quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Sinta a NATUREZA no seu NATAL e ANO NOVO

Desejo a todos neste Natal e Ano Novo que está por vir:

Muito ar puro para respirar, alimentos saudaveis para comer e água potável beber!

LEMBREM-SE

PRESERVAR SEMPRE, PELA VIDA!


OBS: Ajude neste Natal o PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO a sobreviver PRESERVADO! Assine nosso ABAIXO-ASSINADO online e preserve uma das maiores Unidades de Conservação do Estado de Santa Catarina.
A natureza e a Flora agradecem!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

AJUDE A DEFENDER O PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO

Abaixo-assinado contra o PROJETO DE LEI Nº. 347.3/08, que reavalia e define os atuais limites do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e institui o Mosaico de Unidades de Conservação da Serra do Tabuleiro e Terras de Massiambu.

ASSINE FAÇA A SUA PARTE:

http://www.abaixoassinado.org/webroot/abaixoassinados/3184

Breve histórico

O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro foi criado em 1975 por iniciativa dos botânicos Raulino Reitz e Roberto M. Klein, que solicitaram sua criação junto ao Conselho Florestal Federal, tendo a aprovação do Governo Estadual.

Uma das justificativas foi o fato da região possuir quatro dos cincos ecossistemas de Mata Atlântica existentes em Santa Catarina, como manguezal, restinga, floresta de encosta e campos de altitude, uma paisagem rica e diversificada (serras, ilhas e planícies costeiras), que sustentam grande variedade de fauna e flora. Além disso, estas serras atuam diretamente como um regulador climático para região. Outro fator preponderante na criação do Parque foi a abundância de recursos hídricos, que abastece mais de um milhão de pessoas em toda Grande Florianópolis.

Na época de sua criação o Parque contava com 90.000 ha e em 1979 o Decreto N°8.857 desanexou parte das terras que formavam essa Unidade de Conservação, dentre elas a Praia da Pinheira, Praia do Sonho e as Vilas da Pinheira e da Guarda do Embaú; Além deste decreto, a Lei N° 10.733 de 1998, desanexou uma pequena parcela conhecida como Ponta dos Papagaios ficando o Parque com uma área de 87.405 hectares que se mantém até os dias atuais.
Grande parte das áreas desanexadas apresentavam, (e continuam apresentando) áreas de preservação permanentes definidas pelo Código Florestal, e se encontram densamente ocupadas por residências de veraneio, que passam mais da metade do ano fechadas estagnando a economia da região.

Na alta temporada, sem infra-estrutura urbana adequada, o aumento populacional gera problemas no abastecimento de água e luz, bem como um aumento exorbitante na quantidade de esgoto, que são destinados, em sua grande maioria, para os rios e praias da região, alterando os ecossistemas locais.

Esse processo provocado pela intensa urbanização e especulação imobiliária pode aumentar, ao levar para dentro do Parque está mesma realidade caótica. Isso pode acontecer se uma Lei for aprovada. Esta Lei não prevê a conservação das espécies e o boa relação destas com as pessoas. Tem como objetivo a expansão urbana e o benefício de poucos, em detrimento da destruição de áreas de extrema importância biológica e paisagística, principais motivadores do turismo da região.

Durante o ano de 2008, a Fundação do meio Ambiente (FATMA) junto com técnicos e membros das comunidades que compõem o Parque, elaboraram um estudo participativo para redefinição dos limites desta Unidade de Conservação. Este trabalho teve como único objetivo: resolver uma boa parte dos problemas de quem realmente precisa e não se vê representado no cenário político, que normalmente são pessoas de baixa renda que ocuparam há tempo localidades dentro dos limites do Parque.

O problema dessas famílias seria praticamente resolvido, pois essas áreas seriam desanexadas do Parque. Isto não interessa àqueles que têm a vontade de obter áreas do Parque apenas para fins econômicos. Por isso, a redefinição dos limites do Parque não se tornou interessante, afinal a população deixaria de ser usada como massa de manobra, enfraquecendo politicamente os poderosos.

Dessa forma, mais uma vez, intenciona-se retirar fatias do Parque, por meio de um projeto de lei que não tem a finalidade de resolver as questões sociais da comunidade, mas a de projetar a planície costeira do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro como alvo meramente comercial. Isto abriria um precedente inimaginável ao Sistema de Unidades de Conservação, abrindo caminhos para que isto aconteça em outras Unidades no bioma de Mata Atlântica ameaçadas no Brasil.
Por isso o abaixo-assinado que se segue é contra o Projeto de Lei que à surdina tramita na Assembléia Legislativa, com o propósito de ser votado em caráter de urgência. E pede sua anulação!

Autora: Halis Karla Moreira de Sá

Veja outras postagem sobre o tema:

PRESERVAR SEMPRE!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Projeto de Lei transforma parte do Parque do Tabuleiro em Áreas de Proteção Ambiental

O Projeto de Lei nº 0347.3/08, que tramita na Assembléia Legislativa em carater de urgência, quer reavaliar e definir os atuais limites do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e instituir o Mosaico de Unidades de Conservação da Serra do Tabuleiro e Terras de Massiambu.

Lei que desanexa parte da planície costeira do Parque - que é de proteção integral - e transforma em Área de Proteção Ambiental (APA): unidade de conservação de uso sustentável que permite a ocupação humana em áreas hoje inabitadas.

Este Projeto de Lei é um risco para a conservação da biodiversidade de uma das ultimas regiões costeiras do sul do país.

Peço que todos leiam, analisem e discutam e se manifestem sobre este projeto, que precisa da nossa posição para que os deputados passam vota-lo.

Logo estarei divulgando um abaixo assinado contra o PL nº 0347.3/08.

PRESERVAR SEMPRE!

domingo, 23 de novembro de 2008

Antes que a natureza morra

Publico este comentário feito pelo companheiro James Pizarro, do blog Antes que a natureza morra, na postagem Castigo da Natureza.

" Todas as agressões cometidas contra o meio ambiente nas últimas décadas foram promissórias assinadas contra a Natureza...e ela agora está batendo às nossas portas fazendo apenas o resgate dessas promissórias, cobrando os juros dos cheques sem fundo do desmatamento, do efeito estufa, das chuvas ácidas, do aumento do buraco da camada de ozônio, das experiências nucleares, do uso abusivo de agrotóxicos, dos transgênicos, do lixo nuclear, etc...

Os absurdos aprovados no PL que institui o novo Código Estadual do Meio Ambiente, protecionista aos detentores do capital e do poder, beneficiando aos que historicamente destroem tudo para ganhar dinheiro, aprofundará a médio e a longo prazo a catástrofe ambiental.

Não é possível que órgãos públicos que ganham para proteger a Natureza fiquem temerosos de investir contra os poderosos e gananciosos... e que ecologistas e leigos da sociedade civil tenham que assumir o papel de defesa da Natureza como voluntários, gastando muitas vezes dinheiro do seu próprio bolso para elaboração de panfletos, manifestos, etc...

Está tudo invertido e as coisas ficam sendo o que são pelo bagaço. E os vereadores e deputados, os chamados "homens públicos" ?

Essa gente toda - pela sua inércia ou por sua omissão ou por sua conivência - vai ser responsável pela destruição desse paraíso fantástico que é essa ilha mágica de Florianópolis e das centenas de ecossistemas fulgurantemente belos que possui este estado catarinense.

Eu sou gaúcho e me aposentei como professor de Ecologia da UFSM, de Santa Maria, RS. Durante 40 anos lutei no RS e fui militante do ecologismo gaúcho, junto a José Lutzemberger e dezenas de outros.

E espontaneamente fiz a escolha do meu coração : morar em Florianópolis, a 30 metros do mar, em Canasvieiras.
Assisto despejo de esgotos direto na praia, restos de construção sendo colocados em trechos de mangues, pequenos incêndios nos morros, ocupação em morros em áreas que seriam de preservação permanente, etc... Fico estarrecido com a passividade com que os nativos do local assistem a destruição do seu próprio habitat.

Os clubes de serviço, as igrejas, as universidades, as ONGs,os estudantes,os jovens que ainda são diealistas e não se corromperam, as associações de bairros, os sindicatos, as associações classistas, os que trabalham com o turismo... ACORDEM !!!

A ilha tem limites, a ilha é finita...e finitos são seus recursos, sua capacidade de ocupação. ACORDEM antes que seja tarde !!!

Que Deus tenha piedade de todos nós! "

James Pizarro.

PRESERVAR SEMPRE!

Castigo da natureza!

Foto: Flora Neves (Rio transbordando e interditando a rua para pedestres, no Red River, leste na Ilha.

Hoje pela manhã comentava no blog DVeras, do meu amigo Dauro, sobre essa chuvaradas toda:

Hoje fiquei presa na ilha, pois não havia ônibus para Pinheira, na região sul de Palhoça, onde eu queria passar o domingo. E fiquei pensando comigo, não pode ser verdade, tanta chuva só pode ser um castigo pelo que estamos fazendo com a natureza!

Na última quinta, aconteceu uma Audiência Pública na Assembléia para discutir um novo Código Ambiental para o Estado, a questão é que esse novo Código é uma barbarie, vai totalmente contra os principios de preservação do meio ambiente, é um código que só defende o setor produtivo que precisa lucrar mais ainda encima dos nossos recursos naturais!

E achamos que isso ia passar em branco pela mãe natureza, nota-se que estamos muito errados, pois ela está mostrando o seu poder!

Os mais antigos dizem que nunca viram tanta chuva, porém antigamente também não havia tanto asfalto, tantos carros, tantas e tantas coisas que fazem parte do desenvolvimento e progresso, diga-se retrocesso.

Colhemos o que plantamos!

Fica o meu desabafo.

PRESERVAR SEMPRE!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Código Estadual do Meio Ambiente gera polêmica na ultima Áudiência Pública

" Seguem polêmicas sobre a criação do Código Ambiental de SC

As principais alterações feitas no Projeto de Lei foram a criação do conceito de área rural e pesqueira consolidada, o reconhecimento das atividades agropecuárias como sendo de interesse social, considerar 100% da APP no cálculo para pequenas propriedades rurais, faixa intermediárias de APP ao longo de cursos d’água, exclusão do porte de armas para fiscais da Fatma e da Polícia Militar Ambiental (PMA) e restrição da atuação da PMA à repressão criminal e à lavratura de Auto de Infração, determinando a aplicação de advertência (e não de multa) quando não tenha ocorrido dano ambiental relevante e o infrator for primário. ... "

Continue lendo a matéria de Cibelly Favero da Agência de Informação Ambiental http://www.ambienteja.info/ na íntegra.

E aguardem o meu relato sobre a Audiência, que foi um marco na politica ambiental do estado. Não sei se positivo ou negativo!

PRESERVAR SEMPRE!

domingo, 16 de novembro de 2008

AUDIÊNCIA PÚBLICA, dia 19, discute PL do novo Código Estadual do Meio Ambiente

Foto: Flora Neves
O estado de Santa Catarina precisa da ajuda de todos nós catarinenses nesse momento de discussões sobre as nossas leis ambientais e consequentemente o futuro do estado.

Foi marcada pelas Comissões de Constituição e Justiça, Finanças e Tributação, Agricultura e Política Rural e pela Comissão de Turismo e Meio Ambiente, uma AUDIÊNCIA PÚBLICA para discutir o Projeto de Lei PL./0238.0/2008 que institui o CÓDIGO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE. Essas Audiências já aconteceram em todo o estado e agora é a vez da Grande Florianópolis se envolver no tema e se manifestar.

Dia: 19, quarta-feira
Hora: às 9 horas da manhã

Vamos ouvir a proposta, pensar no assunto e levar sugestões. São questões delicadas que podem afetar todo o meio ambiente estadual.

PATICIPE!

LEMBRE-SE PRESERVAR SEMPRE!

sábado, 25 de outubro de 2008

ViaCiclo, uma iniciativa fascinante

Está semana recebi de um colega um email com o link para um vídeo incentivando o uso de bike aqui em Floripa. Entrei no site deles e me encantei pelas histórias e pelas experiências que essa turma passou, indo até o Chile, passando pela Bolívia de bike.


Vale a pena conferir, uma cicloviagem expetacular! Que incentiva qualquer um que goste de aventuras!


Eles têm um site show de bola também para quem se interessar em entrar na campanha e quiser se informar sobre os eventos: http://www.viaciclo.org.br/


E fica a dica para um passeio de bici neste findi!

PRESERVAR SEMPRE!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Dia das crianças com a natureza da UFSC

Para que melhor, do que um domingo de sol de primavera, sair para passear na Universidade Federal de Santa Catarina?

Diria até que a UFSC é o "Parque da Redenção" de Florianópolis.



Quem sabe curtir realmente aproveita a oportunidade.

Corda-bamba, malabares, macaquices, hm passeio de bike, soltar pipa, jogar bola, fazer um piqui-nique etc.

Tudo isso é possível no campus da UFSC.

E olha que alegria!
Ser criança com 21 anos é a melhor coisa que tem nesse mundo.
Deixo a sugetão!

Lembre-se!
PRESERVAR SEMPRE!

Fotos: Flora Neves e Lirio Candido Schineider.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Representando a natureza através de imagens


Hoje apresento algumas das minhas viagens em meio a natureza, aluscinada pela sua maravilhosa beleza e os clics vão surgindo e não param ... tenho certeza que a fotografia de natureza já faz parte de mim e agora com esse novo estágio com o fotógrafo Zé Paiva, estou cada vez mais perto dos meus sonhos.

Cantos e encantos...

Não façam isso em casa, pois nem todos são imunes a queimadura dessa bicha-cabeluda e dizem que essas assim bonitas e verdes são as mais perigosas.
Natureza pura beleza...

Fotos: Flora Neves e Lirio Candido Schneider.
Todas as imagens estão protegidas pelas lei de direitos autorais.

PRESERVAR SEMPRE!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

"Momentos de paz, eu quero viver cada dia mais..."

Hoje apresento algumas das minhas viagens, na natureza, aluscinada pela sua maravilhosa beleza e os clics vão surgindo ... ... ... tenho certeza que a fotografia de natureza já faz parte de mim e agora, com esse novo estágio, está cada vez mais perto de mim esse sonho de sair pelo mundo afora retratanto a natureza e o meio ambiente.

Gostarias de compartilhar com vocês este momento de felicidade que estou passando.

Acabo de trocar de estágio e olha só o lugar por onde tenho passado todo dia, estou me sentindo em casa agora, com a natureza mais próxima de mim.

Trabalhando com o fotógrafo Zé Paiva no Vista Imagens, que é o banco de imagens dele.

Com fotografia de natureza que também é minha grande paixão. E já me arisco a bater algumas fotinhosss, as quais compartilhos com vocês! (*_*).

Fotos: Flora Neves
PRESERVE SEMPRE!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Ações contra passivos do carvão em SC completam 15 anos, sem solução


O Ministério Público de Santa Catarina prepara um balanço das ações referentes aos passivos do carvão em de Santa Catarina. Este ano a atuação dos promotores na questão completa 15 anos.

Em 1993 o Ministério Público Federal propôs ação civil pública contra as empresas carboníferas, seus diretores e sócios majoritários, e a União Federal, visando à recuperação dos danos ambientais causados pela exploração de carvão mineral na região Sul de Santa Catarina. A ação ainda corre no fórum de Criciúma.

O procurador do MP no município de Criciúma, Darlan Dias faz um relato do andamento do processo. “Além desta ação civil pública, que é a principal porque trata da maioria dos passivos ambientais (cerca de 6.000 hectares), existem outras específicas.”, explica Dias. Para os empreendimentos em operação, por exemplo, foram celebrados em 2005 Termos de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TACs), com o objetivo de buscar a adequação dos empreendimentos de lavra, beneficiamento e transporte de carvão às normas ambientais.

Segundo o procurador desde então as empresas passaram por duas auditorias externas e diversas vistorias, que avaliaram o cumprimento do TAC. “Três empresas foram interditadas por terem descumprido as condições estabelecidas no ajuste.”, conta Dias. Outras segundo ele, fizeram grandes investimentos na adequação ambiental. “Entretanto, nenhuma delas foi considerada completamente apta a receber a licença ambiental”, completa o procurador.

A pedido do próprio MPF, em abril de 2006, o juíz responsável pelo caso proferiu decisão determinando que as empresas apresentassem novos projetos de recuperação, fixando para tanto um prazo de 4 meses. Vencido este prazo, as empresas apresentaram novos projetos de recuperação, que agora estão sendo analisados pelo MPF e pela FATMA. Neste contexto, "foi celebrado TAC aditivo com oito empresas, concedendo prazo adicional, que varia de 6 a 14 meses, para adequação à legislação ambiental e as empresas tiveram também que cumprir medida compensatória pelo prazo adicional concedido”. Dias garante que os órgãos públicos signatários descartam a possibilidade de, no futuro, concederem nova prorrogação de prazo.

Fontes do MPF-SC garantiram que o órgão quer agora fazer um balanço desse processo para avaliar sua estratégia para ações futuras.

Mestre em carvão

Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) a história dos passivos do carvão já foi lembrado em 2008 com uma pesquisa acadêmica. “Um olhar sócio ambiental da História: a trajetória do movimento ambientalista e seus conflitos com as atividades carboníferas no sul de Santa Catarina(1980-2008)”, diz o título da dissertação de Mestrado de Juliana Vamerlati Santos. Defendida em Junho no Departamento de História da UFSC, o trabalho reconstitui a luta dos ambientalistas pelo reconhecimento e solução dos problemas.

“O melhor para a região é que o carvão fosse substituído por outras fontes renováveis de energia. Por causa desta atividade o Sul de Santa Catarina é, de acordo com o Decreto Federal nº 85.206 de 1980, uma das quatorze regiões mais poluídas do Brasil”, argumenta Juliana. A base da sua pesquisa são “estudos de caso” nos municípios de Araranguá, Siderópolis, Criciúma, Içara e Tubarão, onde os movimentos e entidades lutam contra os impactos causados pela mineração do carvão.

Um dos destaques do trabalho é a trajetória da ONG Sócios da Natureza, de Araranguá. Segundo a dissertação, a entidade, criada em 1980, é uma das pioneiras do movimento ambientalista na região, e continua tendo como principal bandeira a luta contra os danos ambientais do carvão.

O pai de Juliana, Tadeu Santos, é um dos fundadores da ONG. Em entrevista por e-mail, ele aponta que “a classe política apóia incondicionalmente o setor carbonífero. Isso, apesar dos problemas causados à população e ao meio ambiente, como, por exemplo, a chuva ácida provocada pela queima do carvão da usina Jorge Lacerda (856 MW) num raio de 300 Km”. Tadeu também defende que a melhor solução para os problemas gerados seria a substituição desta por fontes renováveis.

Tadeu Santos também reclama, em relatório apresentado em Abril deste ano ao Ministério Público, da falta de ações efetivas da Fatma e do MPF-SC em fiscalizar as licenças ambientais concedidas às mineradoras. Ele ainda denuncia que nos Planos de Áreas Degradadas não levam em consideração cerca de 50 mil hectares de rios, suas calhas, margens e mata ciliares que também são atingidos pelos resíduos do carvão.

Interesse social

Outra reivindicação da Sócios da Natureza é por melhores condições de trabalho para os mineiros. Segundo Santos, os mineiros estão vivendo em condições de escravidão, pois ganham muito pouco para trabalhar embaixo da terra sob condições inseguras e insalubres, além de que têm sérios riscos de adquirem doenças fatais, como a pneumoconiose.

Mas nem sempre tais reclamações encontram eco nas partes diretamente interessadas. O ex-mineiro Manuel Mendes de Souza, 81 anos, que trabalhou durante 27 anos na Nova Próspera Mineração, de Criciúma, declara que “tem apenas um carvãosinho no pulmão e um pouco de falta de ar”. Ele revela que sua vontade seria de continuar trabalhando se pudesse. Mendes tem pneumoconiose e ganha R$ 400,00 de indenização da mineradora. O dinheiro, segundo ele, dá “aperdado” para pagar os remédios.

O procurador Darlan Dias reforça a perspectiva pragmática da discussão. "O Ministério Público Federal não pode agir como gostaria uma ONG, ou outros setores da sociedade, que esperam por uma atitude radical". Segundo ele é fundamental considerar a importância sócio-econômica do setor. "Todo o esforço do MPF tem o sentido de exigir a aplicação da lei e a completa adequação ambiental dos empreendimentos", completa ele.

O assessor FATMA de Criciúma, Alexandre Guimarães, foi procurado para falar sobre o assunto, porém por mais de um mês não respondeu aos pedidos de entrevista encaminhados pela reportagem.

Já o diretor do Sindicato das Indústrias de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (SIECESC), Ruy Hülse, reclama em entrevista por telefone, que o tempo de 10 anos dado pelo MPF para as mineradoras recuperarem as áreas degradadas não é suficiente. “Não negamos que a região ainda sofra com os passivos gerados pelo setor, mas hoje em dia fazemos o possível para minimizar estes impactos, não se minera mais como antigamente. E estamos agindo conforme a lei, na recuperação das áreas degradadas.”, garante Hülse.

Segundo ele são investidos R$ 7 milhões por ano em recuperação ambiental. “Se a mineração for saudável, vamos ter condições de recuperar.”, afirma o diretor do SIECESC. "O Brasil precisa do carvão mineral! Através de um contrato a Tractebel Energia recebe, no mínino, por mês 200 mil toneladas de carvão para geração de energia na Usina Térmeletrica Jorge Lacerda, Criciúma, que hoje é a maior usina térmeletrica da América Latina."

Mesmo com dados pomposos, recentes manifestações públicas contra a atividade carbonífera no estado, que é o principal produtor nacional do mineral, confirmam que os problemas persistem. Um exemplo foi o "Tratoraço" contra abertura de uma mina, organizado por agricultores em Içara, no mês de março. Hülse defende-se da acusação dos agricultores, de que a mineração é a causa da poluição ambiental na região e que prejudica a agricultura. "A mineração não causa nenhum risco para a agricultura. Para provar, qualquer um pode visitar as nossas mineradoras, onde temos projetos de hortas e não temos problema algum com o solo ou com a água”.

(Reportagem Flora Neves, Ambiente JÁ, 11/08/2008.
Foto: Rogério Mosimann)

PRESERVAR SEMPRE!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Audiência Pública SOS GRAVATÁ

ATENÇÃO!!!


Audiência Pública do Gravatá na Câmara de Vereadores

A audiência acontecerá dia 14 de agosto, quinta-feira, às 14:30hs

Local: Plenarinho, 1º andar da Câmara de Vereadores, na rua Anita Garibaldi, 35.

Telefone para mais informações: 3027-5762

Site com todas as informações e processos deste problema gerado pela expeculação imobilíaria: SOS GRAVATÁ


(Foto: Site http://www.sosgravata.org/ , sem autorização)

PRESERVAR SEMPRE!

Mostra de cinema Ambiental na UFSC

Não percam a oportunidade de assistir!
Totalmente gratuito!

Programação:

Dia 13 de agosto (quarta-feira) - Auditório do CCE

14h
Mesa de Abertura “Cinema, Ambiente e Educação” Leandro Belinaso Guimarães (UFSC) Paula Brügger (UFSC) Wladimir Garcia (UFSC)

16h
DELTA, OIL’S DIRTY BUSINESS
- Documentário, 64 min, 2006, direção: Yorgos Avgeropoulos – Grécia.
LIÇÕES TARDIAS PARA AVISOS ANTECIPADOS – Diretor: Jakob Gottschau – Cap. 1: Epidemia do Cigarro (29 min); Cap. 2: Veneno Imortal (29 min). Dinamarca.
Total de 2h02min de exibição

18h30min
SUBPAPÉIS
– Documentário, 18 min, 2007, direção: Luiz Eduardo Jorge – Goiás; Brasil.
THE JUNGLE BEAT (BATIDA NA FLORESTA) – Documentário, 58 min 30 seg, 2006, direção: Adrian Cowell – Reino Unido / Brasil.
ZONE OF INITIAL DILUTION - Documentário, 30 min, 2006, direção: Antoine Boutet – França.
Total de 1h46min de exibição

Dia 14 de agosto (quinta-feira) - Auditório do CCE

14h
BENZEDURAS
– Documentário, 72 min 04 seg, 2007, direção: Adriana Rodrigues – Goiás; Brasil.
JAGLAVAK, PRÍNCIPE DOS INSETOS - – Documentário, 52min, 2006, direção: Jeróme Raynaud – França.
Total de 2h04min de exibição

16h30min
SUBPAPÉIS
– Documentário, 18 min, 2007, direção: Luiz Eduardo Jorge – Goiás; Brasil.
THE JUNGLE BEAT (BATIDA NA FLORESTA) – Documentário, 58 min 30 seg, 2006, direção: Adrian Cowell – Reino Unido / Brasil.
ZONE OF INITIAL DILUTION - Documentário, 30 min, 2006, direção: Antoine Boutet – França.
Total de 1h46min de exibição

Dia 14 de agosto (quinta-feira) - Auditório do CED [Cine CED]

18h30min
DELTA, OIL’S DIRTY BUSINESS
- Documentário, 64 min, 2006, direção: Yorgos Avgeropoulos – Grécia.
LIÇÕES TARDIAS PARA AVISOS ANTECIPADOS – Diretor: Jakob Gottschau – Cap. 1: Epidemia do Cigarro (29 min); Cap. 2: Veneno Imortal (29 min). Dinamarca.
Total de 2h02min de exibição

Dia 15 de agosto (sexta-feira) – Auditório do CCE

14h
BENZEDURAS – Documentário, 72 min 04 seg, 2007, direção: Adriana Rodrigues – Goiás; Brasil.
JAGLAVAK, PRÍNCIPE DOS INSETOS - – Documentário, 52min, 2006, direção: Jeróme Raynaud – França.
Total de 2h04min de exibição

16h30min
SUBPAPÉIS
– Documentário, 18 min, 2007, direção: Luiz Eduardo Jorge – Goiás; Brasil.
THE JUNGLE BEAT (BATIDA NA FLORESTA) – Documentário, 58 min 30 seg, 2006, direção: Adrian Cowell – Reino Unido / Brasil.
ZONE OF INITIAL DILUTION - Documentário, 30 min, 2006, direção: Antoine Boutet – França.
Total de 1h46min de exibição

18h30min
DELTA, OIL’S DIRTY BUSINESS - Documentário, 64 min, 2006, direção: Yorgos Avgeropoulos – Grécia.
LIÇÕES TARDIAS PARA AVISOS ANTECIPADOS – Diretor: Jakob Gottschau – Cap. 1: Epidemia do Cigarro (29 min); Cap. 2: Veneno Imortal (29 min). Dinamarca.
Total de 2h02min de exibição

Mais tudo sobre o evento: AGECOM UFSC

PRESERVAR SEMPRE!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Demarcação da Terra Indígena Itaty do Morro dos Cavalos

Apesar da polêmica, Funai prepara demarcação de terra indígena catarinense

A Fundação Nacional do Índio (Funai) prepara licitação para contratar a empresa de topografia que vai realizar a demarcação da terra indígena Itaty do Morro dos Cavalos, em Palhoça, Santa Catarina. A portaria ministerial declaratória, publicada em 18 de abril deu posse da terra aos guaranis Mbyás e Nhandevas. Nesse primeiro momento serão identificadas as propriedades que devem ser indenizadas para posterior homologação pelo presidente Lula, segundo o coordenador geral de proteção e demarcação de Terras Indígenas da Funai, em Brasília, João Antônio de Sá.

O cacique da aldeia guarani Itaty, Augustinho Werá Tukumbó, lembra que seu povo espera há muito tempo pela demarcação da sua terra e revela a angústia da comunidade, onde vivem 142 pessoas: “Queremos plantar tranquilos e viver em paz. Vivemos nessa terra há mais de 50 anos, meu avô de 99 anos ainda vive na aldeia”, explicou. Ele lamenta a falta de consideração dos “vizinhos colonos” que reivindicam pela revogação da medida da portaria declaratória.

A antropóloga, coordenadora do Programa Guarani do Centro de Trabalho Indigenista e do Grupo de Trabalho dos estudos de identificação e delimitação da terra indígena Morro dos Cavalos da Funai, Maria Inês Ladeira, explica que na questão da demarcação das terras, a origem dos guaranis tem sido muito questionada em Santa Catarina. Segundo ela, a aldeia do Morro dos Cavalos integra uma rede de aldeias situadas nas regiões Sul e Sudeste com extensões no Paraguai e na Argentina.

Herança e direito à terra

Essa região constitui o território tradicional Guarani. “A história Guarani nessas regiões do continente sul-americano é intensa e foi registrada, embora não totalmente, pelos viajantes em distintos períodos do processo de colonização”, conta Maria Inês.

A antropóloga argumenta que a herança cultural deixada pelos guaranis pode ser observada na toponímia e em vários elementos da nossa própria cultura. Assim, segundo ela, a terra demarcada corresponde a um espaço de uso presente e futuro não só para a comunidade Guarani atual, mas também para as novas gerações. “Há que se entender que as pequenas áreas que os guaranis ocupam são para o sustento de uma sociedade que, ao longo de séculos de opressão, vem se mantendo íntegra, propondo a si as mesmas estratégias criativas para se situarem no mundo atual.”, explica Maria Inês.

Para a antropóloga, é necessário que a sociedade civil e os governos nos quais se situam as terras guaranis tenham consciência da gravidade da situação que este povo se encontra, por falta de terras e matas. “Que parem de transformá-los em invasores e estrangeiros, que se colocam contra uma população original de brasileiros”.

O que também surpreende Maria Inês são as acusações ao processo de identificação e delimitação, que segundo ela, são apregoadas por pessoas que nem sequer leram o relatório, onde sem dúvida encontrariam explicações sobre os critérios utilizados.

Quanto à alegação feita pelo deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC), de que a criação da reserva irá alterar o projeto da duplicação da BR-101, e que traria mais despesas, cerca de R$ 50 milhões, com a construção de um viaduto, Maria Inês esclarece que o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte (DNIT) já apresentou uma alternativa independente da demarcação da terra indígena, que seria a construção de dois túneis, e não de um viaduto.

(Por Flora Neves, AmbienteJÁ, 08/08/2008)

PRESERVAR SEMPRE!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Turismo em Floripa: Fortaleza São José da Ponta Grossa

Para um final de semana de sol, deixo a sugestão da Fortaleza de São José da Ponta Grossa.













A qual visitei no final de semana passado e me encantei com sua beleza paisagística e com a história deste patrimônio histórico cultural de Floripa!











Saiba mais como chegar lá...

E como inspiração algumas das fotos que tirei naquele dia, sábado (02/08).

Acesse também meu Albúm completo com todas as fotos!

As fotos estão sob uma licença Creative Commons Attributions.

PRESERVAR SEMPRE!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Sabiá-cica, uma ave ameaçada de extinção

Avistei o Sabiá-cica na Enseada de Brito, onde tenho um sítio, área de entorno do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.
E apesar de Santa Catarina não estar descrita como área de ocorrência desta ave, ela é muito vista por aqui.
O que valoriza nossa região e ressalta a importância de se ter Unidades de Conservação como o Parque do Tabuleiro.
Pois o Sabiá-cica é uma espécie ameaçada de extinção e para continuar existindo precisa da preservação da floresta atlântica, que é seu habitat natural.

Sabiá-cica (Triclaria malachitacea)














Características:

Macho: Possui o abdômen azul-púrpureo, bico branco berrante. Os machos velhos podem apresentar penas vermelhas em vez de azuis na barriga.

Fêmea: Verde menos carregado, sem azul ventral.

Gritos estridentes semelhantes ao de um periquito, canto aflautado lembrando sabiá, mais monótono e forte.

É endêmico do Brasil, quase endêmico da Floresta Atlântica.

Habita florestas úmidas ricas em bromélias, ao longo de cursos de rios em vales. É bastante ativo, tanto no crepúsculo matutino quanto vespertino.

Alimentação: rica em variando entre frutos e sementes, nozes, bagas, além de insetos e suas larvas.

Comprimento: 28 a 29 cm

Ocorrência Geográfica: Vive na Floresta Atlântica; nas matas secas da serra do mar em altitudes médias do Rio de Janeiro e florestas adjacentes e regiões serranas do interior. Ocorre do sul da Bahia, Minas Gerais, Rio grande do Sul e sul de Mato Grosso.

Categoria/Critério: Ameaçada - vulnerável. Caça; Destruição de habitat; Redução de uma de suas principais fontes alimentares - palmito.

Observações adicionais: Tamanho populacional reduzido com probabilidade de extinção na natureza em pelo menos 10 por cento em 100 anos.

Fonte: Ambiente Brasil
Foto:Flora Neves

PRESERVAR SEMPRE!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Projeto de PCHs no Rio Cubatão coloca órgão licenciador e empresas contra a comunidade

A polêmica foi a marca da audiência pública que apresentou o projeto de 6 (seis) pequenas centrais hidrelétricas (PCH) no Rio Cubatão Sul, nos municípios de Santo Amaro da Imperatriz e Águas Mornas, região metropolitana de Florianópolis (SC). Realizada na noite de quarta-feira (23/07), no Sindicato dos Agricultores Rurais de Santo Amaro da Imperatriz, a reunião serviu para que a comunidade deixasse claro seu repúdio ao projeto. Pedindo transparência no licenciamento das hidrelétricas, os presentes exigiram maiores esclarecimentos técnicos por parte da Fatma e da proponente do projeto, a Adiplan.(http://www.adiplan.com.br/)

A audiência, proposta pela Comissão de Turismo e Meio Ambiente da AL-SC, foi mediada pelo presidente da comissão, Deputado Estadual Décio Góes (PT). Segundo ele, foi necessária muita cautela, pois existe um sério conflito de uso dos recursos hídricos na região. Faixas e vídeos com fotos foram exibidos pelos integrantes do Movimentos Rio Cubatão Vivo, pedindo pela preservação da Bácia Hidrográfica do Rio Cubatão Sul.

A Adiplan apresentou o exemplo de uma PCH, no RS, inplantada por uma cooperativa de agricultores, onde os resultados foram positivos. "Essas instalações são importantes para o suprimento de energia da rede hoteleira da região, assim como para o desenvolvimento dos municípios, trazendo centenas de empregos diretos e indiretos, sem contar os impostos que serão arrecadados das empresas", ressaltou Hélio João Machado, engenheiro e responsável pelo projeto. A empresa ainda distribuiu um documento apócrifo no início da audiência, garantindo que o turismo na região não será afetado, como teme a comunidade e as empresas de turismo de aventura. “Quem é contra as PCHs é contra a Constituição Brasileira”, dizia um trecho do texto.

"Existem duas atividades econômicas competindo pelo uso dos recursos hídricos no caso e sendo assim, cabe ao poder público mediar as prioridades de uso desses recursos", declarou representante da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FATMA) no evento, Luiz Antônio Garcia Correia. Ele antecipou que uma das 6 PCHs já recebeu parecer negativo da fundação. Correia garantiu que os processos de licenciamento foram sustados por 90 dias, para que a comunidade, em conjunto com o Comitê Gestor da Bacia hidrográfica, apresente suas avaliações a respeito dos projetos.

No final da audiência o representante da FATMA se comprometeu em organizar, em novembro, uma reunião explicativa sobre os estudos técnicos de impactos ambientais dos empreendimentos. "É importante que as discussões e avaliações sejam baseadas na legislação ambiental", frisa Correia.

Turismo contra

Já o representante da Associação Brasileira de Turismo de Aventura (ABETA), Keko Gabeloto, demonstrou a posição clara do setor turistico. "Defendemos a preservação total dos mananciais e somos contra a construção de centrais hidrelétricas nos munícipios". Sengundo ele “O rio é um bem público e deve ser utilizado por toda a comunidade, para abasteciemnto e lazer. E no meu entendimento estas hidrelétricas não são a vocação deste Rio”.

Keko lembra a relevância da bacia, já que parte do município pertence ao Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. "A região é conhecida como Capital das Águas, sendo o Cubatão Sul o último rio de médio porte em condições naturais, sem instalações e alterações em seus cursos e fazer parte de um corredor ecológico com o Parque do Tabuleiro", acrescenta. "O potêncial de energia elétrica que será gerado, 13 MW, não vale a pena em comparação com todos os impactos ambientais que serão gerados".

De acordo com dados da ABETA a atividade turística gera cerca de R$ 1 milhão por ano só para o município de Santo Amaro.

Para complicar ainda mais a situação dos projetos, a Câmara de Vereadores de Santo Amaro da Imperatriz sancionou dia 30 de junho de 2008, a Lei nº 8.198, que proíbe qualquer instalação de centrais hidreléricas no município. Na vizinha Águas Mornas o entrave para os projetos está no plano diretor, que preve discussões em audiências públicas para a implantação de hidrelétricas.

A geógrafa Ana Maria Zachetta, moradora de Águas Mornas, alega a falta de estudos geológicos, esclarecedores, a respeito das fendas de águas termais da região. "Seria um risco mexer na dinâmina hidrológica da região sem saber quais os possíveis impactos que estas alterações causariam. Podendo até desencadear o desaparecimento das águas termais, como já foi constatado em casos anteriores no século XIX, quanto foi mal direcionado o uso desta mesma fenda, fazendo com que as águas termais mudacem de lugar", argumenta ela.

Futura audiência

Não faltam questionamentos e dúvidas para as próximas audiências em novembro. Da existência de espécies de fauna endêmica na região, passando pela dinâmica da fauna aquática (período da piracema etc), ao abastecimento de água da capital Florianópolis, que retira do Rio Cubatão 60% da sua água para consumo humano.

O representante da empresa Sócio Ambiental, que realizou o projeto ambiental das PCHs, Ricardo Arcai, declara que quando foram feitos os estudos, os unicos conflitos identificados eram com a atividade de rafting, pois a vazão resultante das instalações impedirá a prática. "Pórem este problema poderia ser resolvido com estudos e técnicas já utilizadas em outros países, onde são feitos acordos com escalas de horários para a prática", sugere ele.

A doutoranda na área de gestão de bacias hidrográficas da UFSC, Janaina Mário, que também é membro do Comitê Gestor da Bacia, traz sua contribuição a favor do Comite e da comunidade. Ela questiona o fato do exemplo da PCH instalada no RS, apresentado pela Adiplan, ser uma PCH instituida por uma cooperativa, o que não é o caso dos empreendimentos no rio Cubatão. "Além disso, não existe uma bácia hidrografica igual a outra”, ensina ela.

Janaina lembra da Lei nº 9.433 da Costituíção, que institui a politica nacional de recursos hídricos e que também institui os comites de bacias, que são órgãos gestores e que têm a função de arbitrar os conflitos gerados pelos usos múltiplos desse recurso e sugere que está lei seja levada em consideração.

(Por Flora Neves, Ambiente JÁ, 25/07/2008)

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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Manifesto da FEEC sobre as instalações das PCHs no Rio Cubatão Sul

A Federação das Entidades Ecológicas Catarinenses, entregou este manisfesto ontem às autoridades presentes na audiência pública, realizada ontem a noite, 23, no Sindicato dos Agriculturos Rurais de Santo Amaro da Imperatriz por iniciativa da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Assembéia Legislativa para esclarecer a comunidade sobre a instalação de seis Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no Rio Cubatão Sul.

A audiência foi proposta pelo Deputado Décio Góes.

É de suma importância que todos estejam cientes do que está acontecendo, posto que está região é a que abastece a grande Florianópolis com água potável.


Florianópolis, 22 de julho de 2008
A FATMA
Ao IBAMA
Ministério Público Federal
Ministério Público de Santa Catarina
Ministério das Cidades


Ref.: Projeto de implantação de 6 PCHs na bacia do Rio Cubatão – SC

A Federação das Entidades Ecologistas Catarinense – FEEC, vem por meio deste, manifestar publicamente seu posicionamento quanto ao projeto de implantação de 6 Pequenas Centrais Hidroelétricas – PCHs - na bacia do Rio Cubatão, na região de Santo Amaro da Imperatriz/SC, na grande Florianópolis.

O rio Cubatão, além de ser o maior manancial de abastecimento de água da grande Florianópolis, é também um dos maiores recursos na região para o turismo ecológico, rafting, entre outras atividades geradoras de emprego e renda.

Considerando a falta de Estudos de impacto Ambiental para um tão grande numero de centrais elétricas na mesma bacia hidrográfica, a FEEC ratifica a iniciativa do Governo Municipal de Santo Amaro da Imperatriz que sancionou a Lei municipal 1.898 de 30/06/2008, que proíbe a implantação de PCHs em seu território.

Uma simples análise preliminar e visita “in loco” mostram o grande impacto ambiental que tal proposta poderá trazer à região, por meio da descaracterização paisagística, da perda da biodiversidade aquática e florestal e transtornos à economia do turismo ecológico, além da violação da lei da mata atlântica e um rio totalmente recortado por barragens. Ademais, é importante considerar o impacto geral a uma única bacia hidrográfica e ao abastecimento hídrico de Florianópolis.

Desta forma, entendemos como necessários estudos mais profundos que comprovem que 6 PCHs têm menor impacto do que uma hidrelétrica com capacidade superior a 10MW – exigência da Resolução do CONAMA 001/86.

Portanto, solicitamos à FATMA e ao IBAMA que sejam feitos criteriosos estudos de avaliação dos impactos sinergéticos ambientais e sociais do conjunto das 6 PCHs na bacia do Rio Cubatão.

Durante tal estudo apelamos para que nenhuma obra seja construída ou licenciada até a obtenção dos estudos mais aprofundados destas PCHs, que atestem sua viabilidade ambiental.

No aguardo de vossa manifestação, apresentamos nossa consideração e respeito.

Atenciosamente
-----------------------------------
Alexandre Lemos
Coordenador Geral da FEEC
http://www.feec.com.br/

Fonte: representante da FEEC, Lúcio Dias da SIlva Filho

PRESERVAR SEMPRE!

Movimento Rio Cubatão Vivo

Na íntegra, manifesto do Movimento Rio Cubatão Vivo!

E quem quiser fazer a sua parte e colaborar assinando também o abaixo-assinado online, acesso o link!

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO

VEIA ABERTA DA VIDA –

NÃO DEIXE NOSSO RIO CUBATÃO ENTRAR PELO CANO!

ESCLARECIMENTO À POPULAÇÃO DE SANTO AMARO DA IMPERATRIZ, ÁGUAS MORNAS E REGIÃO SOBRE A VERDADE DA IMPLANTAÇÃO DE PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS EM NOSSA REGIÃO:

DIANTE DE UMA LEI FEDERAL DE INCENTIVO À IMPLANTAÇÃO DE PEQUENAS HIDRELÉTRICAS, O NOSSO RIO CUBATÃO E SEUS SALTOS TORNARAM-SE ALVOS DE EMPRESÁRIOS GANANCIOSOS, QUE QUEREM ESTRANGULAR NOSSAS VEAIS ABERTAS DE VIDA, E ATRAVÉS DE GIGANTESCAS AGULHAS SUGADORAS, ROUBAREM A ENERGIA VITAL DA NOSSA REGIÃO E CONVERTÊ-LA EM DINHEIRO PARA SEUS BOLSOS.

A ENERGIA GERADA PELAS 06(SEIS) PCHs,QUE AQUI QUEREM IMPLANTAR, DEPOIS DO REBAIXAMENTO DA TENSÃO QUE É FEITA EM ARIRÍU, PRODUZ UM TOTAL DE 11,8 MEGAWATS/ DIA. O VALOR DE MERCADO DO MEGAWAT, CONFORME INFORMAÇÃO DA ELETROSUL, É EM MÉDIA DE R$125,00 A HORA/MEGAWAT..

FAZENDO O CÁLCULO, TEREMOS:

POR DIA: R$125,00 X 11,8X24 = R$35.400,00 ;

POR MÊS: R$35.400,00 X 30 = R$1.062.000,00

POR ANO: R$1.062.000,00 X 12 R$12.744.000,00 (DOZE MILHÕES, SETECENTOS E QUARENTA E QUATRO MIL)! ESTE É O VALOR APROXIMADO DE FATURAMENTO QUE ESTAS PCHs GERARIAM AOS BOLSOS DOS INVESTIDORES, EM UM ANO!

AGORA A VERDADE DESTE VALOR:

17% DE ICMS VAI PARA O ESTADO: R$2.166.480,00

DESTE VALOR DE R$2.166.480,00 O ESTADO DEVOLVE PARA OS MUNICIPIOS, O PERCENTUAL DE 25%.

ENTÃO: 25% DE R$2.166.480,00 = R$368.301,60

ESSE É VALOR TOTAL QUE VOLTA DO ESTADO PARA O MUNICIPIO.

TEMOS AINDA, QUE:

ESTE VALOR: R$368.301,60 PRECISA SER DIVIDIDO ENTRE AS DUAS PREFEITURAS, POIS PARA CADA MUNICIPIO O PROJETO PREVÊ 03 PCHS.

ENTÃO: R$368.301,60 : 2 = R$184.150,80 POR ANO!

POR MÊS: R$184.150,80 :12= R$15.345,90!!!!!!!!!!!!! E NÃO R$1.000.000,00 QUE ESTÁ SENDO DIVULGADO EM JORNAIS LOCAIS!


(CÁLCULOS EM VALORES APROXIMADOS, POIS TEMOS MESES COM MAIS DE 30 DIAS E FEVEREIRO COM MENOS DIAS )

ENQUANTO O TURISMO DO RIO CUBATÃO GERA ESTE VALOR, POR SEMANA!!!!! DISTRIBUIDO DIRETAMENTE À SUA POPULAÇÃO, E AO COMÉRCIO LOCAL! EXEMPLO: TURISMO CIENTÍFICO(ESTUDO DA LONTRA); TRILHAS, RAFTING, CANOAGEM E SIMILARES!

A LEI VINDA DE BRASILIA, NÃO CONHECE A NOSSA REALIDADE: UMA BACIA TERMO-MINERAL, COM ECO-CLIMA ÚNICO NO PLANETA, LOCALIZADO SOBRE UMA FENDA GEOLÓGICA E COM SOLO ARENOSO. OS 180.000 M2 A SEREM INUNDADOS, SÃO DE MATA VIRGEM , DE IMENSA RIQUEZA CÊNICA, E COM ÁGUA POTÁVEL. PELAS FACILIDADES QUE A LEI OFERECE, OS PROJETOS DE PCHs NÃO EXIGE QUE SEJA FEITOUM ESTUDO APROFUNDADO DA FAUNA, DA FLORA E GEOGRAFIA DA REGIÃO. A ENERGIA GERADA NÃO FICA NOS MUNICIPIOS! É COMERCIALIZADA JUNTO À REDE NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA . SENDO USADA EM OUTROS ESTADOS . – PORTANTO, NÃO EXISTE NENHUMA POSSIBILIDADE DE FICAR A ENERGIA MAIS BARATA, CONFORME ESTÃO DIVULGANDO!

A QUANTIDADE ENERGIA ELÉTRICA QUE ESTE RIO É CAPAZ DE GERAR, É MUITO PEQUENA, COMPARADA COM O TAMANHO DO ESTRAGO AMBIENTAL, CULTURAL, ECONÔMICO E SOCIAL IRREPARÁVEL QUE PODERÁ CAUSAR A IMPLANTAÇÃO DESTAS PCHS. TODA A POTENCIALIDADE DE CRESCIMENTO NATURAL DO ECO-TURISMO TERMO-MINERAL, ÚNICO NO PLANETA. A EVENTUAL IMPLANTAÇÃO DESTAS PCHs, DESEMPREGARÁ EM TORNO DE 100(CEM) PESSOAS DA REGIÃO, DIRETAMENTE. POR EXEMPLO: RAFTING, ARTESANATO, HOTÉIS, RESTAURANTES, COMÉRCIO EM GERAL. PODEREMOS PERDER TODA A IDENTIDADE DO MUNICÍPIO COMO "PARAISO DAS ÁGUAS" E "CAPITAL ESTADUAL DAS ÁGUAS TERMAIS", CONCEDIDO PELO ESTADO, BEM COMO, A DIVULGAÇÃO INTERNACIONAL GRATUITA QUE O TURISMO PROMOVE EM NOSSO RIO. COMO POLO CATARINENSE DE ECO-TURISMO E TURISMO DE AVENTURA.

PRECISAMOS DE ESTUDOS MAIS DETALHADOS SOBRE OS IMPÁCTOS AMBIENTAIS QUE PODEREMOS SOFRER, COMO POR EXEMPLO:

1 - EM FUNÇÃO DA ÁGUA REPRESADA NOS LAGOS, PODERÁ HAVER INFILTRAÇÃO DESTA ÁGUA POLUÍDA CONTAMINANDO TODAS AS NASCENTES EM UM RAIO DE 03(TRES) KM, E SEU ENTORNO. INCLUSIVE NOSSAS FONTES TERMO-MINERAIS QUE DISTAM APROXIMADAMENTE 1,5 KM .

2 – ESTUDO DA FENDA GEOLÓGICA DE ONDE SURGE NOSSA ÁGUA MINERAL TERMAL, E SEU MOVIMENTO SÍSMICO, PARA OFERECER GARANTIA, PRINCIPALMENTE PARA A POPULAÇÃO DA BAIXA SANTO AMARO, QUANTO A POSSIBILIDADE DE FALHA DE SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO DA REPRESA, DE 22M DE ALTURA EM VARGEM GRANDE, OU SEJA, O RISCO DE UMA GRANDE TRAGÉDIA PREMEDITADA PARA A REGIÃO. AS BARRAGENS, INCLUSIVE A DE 22 M DE ALTURA, PODERÃO ROMPER POR FALTA DE ESTUDOS ADEQUADOS, JÁ QUE ESTAMOS SOBRE UMA FENDA GEOLÓGICA,QUE SE MOVIMENTA, COMO POR EXEMPLO, O PEQUENO TERREMOTO NA DÉCADA DE 60, NESTA REGIÃO!

3 – CIDADÃOS DE SANTO AMARO DA IMPERATRIZ E DE ÁGUAS MORNAS,

TODOS FILHOS DO RIO CUBATÃO E FORQUILHINHAS:

VAMOS NOS UNIR EM PROL DA VEIA ABERTA DA VIDA DE TODOS OS TIPOS DE VIDA!NÃO DEIXE QUE A ENERGIA DE TODAS AS VIDAS DE NOSSA REGIÃO, SEJAM SUGADAS POR UMA SERINGA GIGANTE, LEVANDO A NOSSA RIQUEZA PARA OUTROS ESTADOS!

CONVOCA-SE TODOS OS CIDADÃOS DE SANTO AMARO DA IMPERATRIZ E ÁGUAS MORNAS, PARA COMPARECEREM A SESSÃO DA CÂMARA DOS VEREADORES DE SEU MUNICIPIO, TODAS AS TERÇAS-FEIRAS,. ÀS 19;00 HORAS, PARA JUNTOS AFASTARMOS EM DEFINITIVO, QUALQUER INTENÇÃO DE DESTRUIÇÃO E MORTE NA NOSSA ABERTA VEIA DA VIDA, POIS:

ÁGUA É VIDA, SEM ÁGUA : É MORTE!

Fonte: por email de Lúcio Dias da Silva Filho (Projeto Ilha Verde)

PRESERVAR SEMPRE!

Plantas exóticas: Pinus

Publico esta matéria, que saiu no dia 23 no site da AL-SC, na íntegra pois acredito que ações como a do Deputado Pedro Baldissera devem ser divulgadas e incentivadas.

Padre Pedro propõe ação imediata para barrar pinus

Depois de denunciar, em junho, na tribuna da Assembléia, o plantio indiscriminado de pinus no Meio Oeste de Santa Catarina – que ocupa mais de 50% do território de alguns municípios da região –, o deputado Padre Pedro Baldissera (PT) se disse "estarrecido" com o conteúdo de matéria publicada pelo jornal “Notícias do Dia”, que destaca a "invasão" do pinus em Florianópolis.

A reportagem, assinada pelo jornalista Luiz Eduardo Schmitt, destaca alerta do biólogo da Fundação do Meio Ambiente de Florianópolis (Floram), Franciso Antônio da Silva Filho.

Na avaliação de Silva, "a situação está fora de controle". "É um caso que merece reflexão aqui na Ilha de Santa Catarina, e que confirma as denúncias que fizemos em outras regiões. É estarrecedor e preocupante ver que até aqui essa 'praga' atinge a Mata Atlântica", disse o parlamentar.

Para Padre Pedro, o debate em torno do Código Ambiental de Santa Catarina precisa levar em conta ações imediatas que barrem o plantio indiscriminado do pinus.

O deputado acredita que é preciso ouvir especialistas de universidades e institutos públicos, e, a partir de um estudo aprofundado, avaliar como restringir as áreas cobertas com pinus. "Já realizamos um debate prévio, com a participação de biólogos e engenheiros, e até agora observamos que a medida mais acertada é estabelecer uma limitação clara, na lei, impedindo que áreas imensas sejam tomadas por pinus", disse.

"Minha preocupação é com o que ocorrerá na Ilha, um ecossistema já castigado, daqui há 30 ou 50 anos, e com o que ocorrerá no Meio Oeste e no Norte do Estado daqui a menos tempo.

Precisamos, com urgência, pensar formas restritivas de manejo do pinus", complementou."Cultura da morte" O parlamentar reproduziu trechos da reportagem do jornal “Notícias do Dia”, principalmente os depoimentos do pescador Josué Gomes, que chegou a afirmar que a própria pesca na Lagoa da Conceição é prejudicada pela resina que sai da planta.

"É uma atitude tão desesperada que em dado momento ele afirma que, caso sejam autorizados, os próprios moradores derrubariam de graça todos os pinus. Além disso, ele afirma que os moradores chegam a realizar queimadas para tentar derrubar essa vegetação", relatou.

Padre Pedro afirmou que aguarda "com ansiedade" o texto do Código Ambiental de Santa Catarina, apresentado pelo Governo do Estado, para averiguar que tipo de medida refere-se ao cultivo de espécies exóticas no Estado.

Fonte:
Cássio Turra
Assessoria de Imprensa
Deputado Padre Pedro Baldissera (PT)
(48) 3221-2726 ou 9947-2049
www.padrepedro.com.br

PRESERVAR SEMPRE!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Momento Musical com Hóspede da Natureza

Não se foi a melhor escolha, mas vi nesse vídeo uma musíca com imagens da natureza no Rio de Janeiro e acho que dá para entrar em contato com um ambeinte tranquilo e se embalar na letra da música.

Vídeo postado por Planeta Criativo, no Youtube!



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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Reflexão: Salve a Guarda do Embaú


Guarda do Embaú, Santa Catarina, Brasil
Upload feito originalmente por Soldon

Vale lembrar que a Guarda do Embaú faz parte da maior Unidade de Conservação de SC, o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. E que só será possível ver este lugar assim, lindo, daqui pra frente, se houver um conscientização dos turistas e moradores locais.

Pois existe uma forte pressão para que esta planície costeira, seja desanexada do parque. Permitindo assim uma expeculação imobiliária, o que causará danos sem dimensões na preservação da biodiversidade desta região, isso sem falar nas paisagens que com certeza dentro de poucos anos não serão as mesmas caso isso ocorrá!!!

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Sugestão de Ouro de leitura ambiental

Estava aqui visitando meus Eco-blogs favoritos e reparei que tem um colega escrevendo muito coisa interessante e atual sobre meio ambiente. Então deixo-o como Sugestão de Ouro de hoje.

Visitem o blog ECO-CONSCÊNCIA, vale a pena! Veja alguns dos temas em pauta:

Uma boa leitura!

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Momento Musical com turismo consciente na Ilha da Magia

A autora deste blog anda numa correrria que os leitores nem imaginam, infelizmente não estou tendo o tempo que gostaria para me dedicar. Minhas desculpas, mas me mantenho firme pelo menos nos Momentos musicais, e no de hoje ressalto não a música mas a mensagem do vídeo que peguei no Youtube, produzido pela Brasil Foto Vídeo.




E para que essas maravilhas da Ilha da Magia possam ser vistas e praticadas, vamos repensar um pouco nossa conduta, principalmente em ambientes naturais e relembrando:

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quarta-feira, 18 de junho de 2008

Momento musical: Impermanência

Galerinha, me desculpem por não estar atualizando o blog esta semana, mas o tempo tá corrido. Mas prometo que na semana que vem volto com tudo!

Mas para o Momento Musical de hoje separei um vídeo do Youtube de uma banda que eu gosto muito, que é a Banda Cultivo e a música Impermanência, reparem na letra, da uma lição para o ser humano que vive nessa correria toda afastado da natureza.

Boa Semana!


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quinta-feira, 5 de junho de 2008

Dia mundial de meio ambiente com charge

Uma charge para se descontrair e refletir!!!
Charge: Frank (grande chargista de Santa Catarina)

PRESERVAR SEMPRE

Dia Mundial do Meio Ambiente

Hoje, logo cedo no trabalho, me deparei com uma chuva de notícias sobre meio ambiente, porém reflito, não sei se isso é bom ou ruim. Pois tenho a impressão que é só no Dia do Meio Ambiente que os meis de comunicação realmente se mostram "preocupados" com o assunto.

Fico indignada com isso! Editoriais que à alguns dias atrás defenderam setores como o Carbonífero no sul do estado, por exemplo, hj defenderam o meio ambiente, seus recusos naturais, como se isso fosse de suma importância e a principal bandeira de suas empresas de comunicação.

Cito como exemplo o Diário Catarinense, vejam este editorial:

E agora veja este:

Sim! Eles foram divulgados pela mesma empresa, algo no mínimo contraditório, não é? Para não dizer, oportunista ou tendenciosos. Choveram de notícias hoje sobre os impactos do carvão no sul do estado e outros que estão ocorrendo no estado devido ao desrespeito a legislação ambiental e a natureza.

Como estou no meio de um turbilhão de trabalhos, entre facul e estágio não consegui escrever nada pra homenagiar este dia. Então deixo algumas notícas e artigos que acho relevante para quem tiver interesse nos temas.

Feliz dia mundial do Meio Ambiente para todos os planetários e aproveitem as dicas(*_*)

PRESERVAR SEMPRE!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Sustentabilidade: Perspectivas e Gerações

O Ecoflora como participante, o ECOBlog e TakingITGlobal convidamos você para discutir e compartilhar idéias, perspectivas e experiências sobre a questão da sustentabilidade.

Venha trocar informações sobre os diversos trabalhos desenvolvidos pelas gerações ao propor uma sociedade sustentável.

Esta webconferência é dirigida a jovens de todo os locais do mundo que tenham interesse em temas ambientais, principalmente a Sustentabilidade.

Os expositores convidados a falar sobre a temática representam as atividades desenvolvidas por sua geração.

A webconferência é um evento que faz parte da Semana de Meio Ambiente e Sociedade que será realizada em Salvador, Bahia, Brasil na Semana Internacional do Meio Ambiente, em junho de 2008.

A Webconferência é uma realização do ECOBlog, do Instituto Diversidade e do TakingITGlobal. Contanto com o apoio do PNUMA; Carta da Terra Internacional para a Juventude; Prefeitura Municipal de Salvador e Revista Envolverde.

Quando:Quinta-feira, 05 de junho, às 19h [GMT -3] [Horário de Brasília]

Expositores:
- Adalberto Marcondes [Diretor Responsável pela ENVOLVERDE]
- Dominic Stucker [International Youth Coordinator and IPS Program Coordinator]
- Gabriela Monteiro [TUNZA ALC]

Participantes:
Jovens dos distintos países da América Latina interessados em meio ambiente e desenvolvimento sustentável.

Moderador:
Efraim Neto [Editor do ECOBlog]

Acesso a Sala:
É indispensável para ingressar a sala da webconferência estar registrado na comunidade online TakingITGlobal.org e ter ingressado ao site com o seu login e senha.

Quem não está cadastrado, pode se cadastrar gratuitamente em: http://br.takingitglobal.org/members/join/
Uma vez cadastrado, pode ingressar a sala do chat em:WEBCONFERÊNCIA: http://chat.takingitglobal.org/

Na Foto: Efraim Neto
Foto: mesmo

PRESERVAR SEMPRE!

Música com natureza: para relaxar

Logo vou colocar uns vídeos meus!!! Por enquanto espero que o vídeo Bosque I - Relaxamento, do Youtube, vá descontraindo você no Momento Músical desta quarta-feria.

Sugiro que este também seja um momento de pensar um pouco no seu mundo, esse que te rodeia. O que está acontecendo a sua volta e o que você pode fazer para contribuir com o todo!

Veja as edições anteriores do Momento Musical:

Lembrem-se PRESERVAR SEMPRE!

terça-feira, 27 de maio de 2008

Série Política Ambiental 2: Novo Código Ambiental de SC

  • Coloco esta matéria na íntegra pois acho que o tema é de suma importância para os catarinenses:

Proposta de código ambiental de Santa Catarina

confronta Código Florestal Brasileiro

A proposta do novo Código Ambiental de Santa Catarina, entregue ao governador, Luiz Henrique da Silveira, dia 03/03 está sendo reformulada por sua equipe e deve ser encaminhada para análise a aprovação no legislativo estadual nos próximos dias. Porém uma polêmica já ronda o documento. Isto porque a proposta do código catarinense confronta o Código Florestal Brasileiro, sendo menos exigente que este.

Luiz Cabral, Secretário da Comissão de Meio Ambiente da AL-SC, relata que a proposta oficial do governo estadual já era para estar nas mãos dos deputados. "Assim poderemos marcar as audiências públicas", acrescenta ele.

O diretor de áreas protegidas do MMA, João de Deus Medeiros, explica os riscos para o meio ambiente que as propostas do novo Código Ambiental de SC causariam. João de Deus, como é conhecido no estado, destaca o perigo da proposta de se sobrepor Áreas de Proteção Permanente (APPs) sobre Reserva Legal (RL), presente no novo código. "Existe uma regulamentação geral no âmbito da união (Lei Federal 4.771/65) que estabelece os parâmetro mínimos, logo toda legislação estadual não pode estabelecer critério menos restritivo, e a proposta de SC faz isso", explica ele. Uma relativização nessas normas significa reduzir o grau de proteção entendido como mínimo na esfera da Federação.

A Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428/06) é outro exemplo de impasse, que tende a se complicar ainda mais. Ela estabelece as condições para o uso e conservação dos remanescentes da Mata Atlântica, incluindo Campos de Altitude. A Lei remeteu ao CONAMA a incumbência pela regulamentação dos estágios sucessionais da vegetação, e enquanto não houver essa norma (é o caso dos Campos de Altitude) não pode haver licenciamento de qualquer atividade nessa áreas. "O CONAMA está discutindo essa proposta de regulamentação, porém a representação de SC apresentou uma proposta alternativa, inserido o critério de altitude como parâmetro para definir estágio sucessional de vegetação secundária, o que é algo tecnicamente insustentável, absurdo mesmo. Isso vem gerando enorme atraso no encaminhamento da proposta no CONAMA, e, por incrível que pareça, representantes do governo estadual tem divulgado uma informação totalmente distorcida, propagando que é o CONAMA que tenta restringir atividades nos campos de altitude, impedindo tudo a partir de X altura", exemplifica João de Deus.

Outras mudanças

Sobre a mudança prevista na proposta do novo Código, de mudar a extensão miníma de mata ciliar de rios de largura menor ou igual a 10 metros, de 30 para 10 metros de largura João de Deus diz que, como essa questão é regra Federal (Lei 4.771/65), a proposta é objetivamente ilegal, considerando o disposto no artigo 37 da Constituição Federal. A respeito da mudança no valor da vazão de referência de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), ele afirma que o risco é, de modo geral, comprometer a conservação a longo prazo da vazão e qualidade dos recursos hídricos, risco intolerável, considerando o amplo conhecimento sobre a importância e nossa dependência desse recurso.

João de Deus rebate ainda o depoimento do Secretário da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Antonio Ceron, que disse que o novo Código "Salva" o setor produtivo do estado. "O setor que ainda não consegue compatibilizar seu modo de produção com a conservação da natureza, precisa se modernizar, adequando-se as novas exigências de um mundo globalizado, e que enfrenta uma crise ambiental realmente grave", argumenta.

ONGs e sociedade civil organizada compartilham da mesma opinião. A Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi) que tem forte atuação no estado desde 1987, também considera a proposta do novo código ambiental catarinense como inconstitucional. "O novo código avança contra determinações consagradas na legislação federal, revogando na prática o Código Florestal (Lei 4.771/65), invertendo a lógica da compensação ambiental em clara e indevida premiação do interesse empresarial, inviabiliza a criação de novas Unidades de Conservação no Estado, deturpa conceitos já consagrados na legislação ambiental como os de restinga e campos de altitude", afirma a secretária da Apremavi, Maria Luiza Schmitt Francisco. "O mais absurdo é que essa é uma proposta elaborada a partir de consultoria técnica remunerada com recursos financeiros de um projeto destinado especificamente à proteção das florestas tropicais, disponibilizados pelo Banco Alemão, KfW", acusa Maria Luiza.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável de SC informa que ainda não vai se pronunciar sobre o assunto, pois a proposta do Código Ambiental está com o governador Luiz Henrique, esperando para receber "manifestações da sociedade" antes de ser encaminhada para a Assembléia Legislativa.

Aguardem a próxima edição da Série Política Ambiental


Fonte: Flora Neves, Ambiente JÁ, 26/05/2008

PRESERVAR SEMPRE!

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Semente da preservação


No momento musical desta quarta: Semente de Armandinho, com fotos de Floripa.

Espero que um dia está semente dê maravilhosos frutos, com um povo cidadão, consciente e interessado em preservar o meio ambiente ao qual pertence!

PRESERVAR SEMPRE!

terça-feira, 20 de maio de 2008

Série Política Ambiental 1

Esta é a política ambiental que queremos?

Com um governo desses concedendo os licenciamentos para, Marcondes e outros coleguinhas?

É hora de agir!

Fonte: Vídeo de Ecoconsciência

PRESERVAR SEMPRE!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Meio ambiente na mídia catarinense

Sugero estas matérias, que acho importantes e interessantes sobre o nosso meio ambiente, aqui do estado de Santa Catarina.

Pois acredito que para podermos falar e discutir o tema, precisamos estar bem informados.

Para não dizer besteiras, como o braço direito de um deputado X aí, que entrevistei na semana passada. Ele me disse que as leis ambientais só têm trazido empecilhos para o desenvolvimento produtivo do estado e citou o exemplo das plantações de Pinus no oeste, que têm sido uma benção para o setor e que os orgão ambientais têm críticado, "porém qual a diferença de plantar pinus e essas outras plantas que a Fatma quer? Não são tudo plantas, estamos preservando", disse o braço direito, sem se quer ter conhecimento do que estava falando. Pois existe uma diferença enorme em uma árvore nativa e uma exótica!

PRESERVAR SEMPRE!

quinta-feira, 15 de maio de 2008

III Conferência Nacional do Meio Ambiente


No momento musical de hoje, como não deu para postar na quarta, coloco este vídeo com imagens dos participantes da III Conferência Nacional de Meio Ambiente, que aconteceu do dia 7 ao dia 10 de maio e reuniu mais de 1.200 delegados de todo o país, que aprovaram cerca de 650 propostas na plenária final após quase cinco dias de debates.

Para quem quer uma cobertura alternativa completa sobre o evento, acesse: Ecobservatório.blogspot

Fonte: Ministério do Meio Ambiente

Vídeo: Youtube

Marina Silva: carta da ex-ministra

Acho de suma inportantes para os que se interessam em meio ambiente, lerem está carta, por isso disponho ela na integra.

Caro presidente Lula,

Venho, por meio desta, comunicar minha decisão em caráter pessoal e irrevogável, de deixar a honrosa função de Ministra de Estado do Meio Ambiente, a mim confiada por V. Excia desde janeiro de 2003. Esta difícil decisão, Sr. Presidente, decorre das dificuldades que tenho enfrentado há algum tempo para dar prosseguimento à agenda ambiental federal.

Quero agradecer a oportunidade de ter feito parte de sua equipe. Nesse período de quase cinco anos e meio esforcei-me para concretizar sua recomendação inicial de fazer da política ambiental uma política de governo, quebrando o tradicional isolamento da área.

Agradeço também o apoio decisivo, por meio de atitudes corajosas e emblemáticas, a exemplo de quando, em 2003, V. Excia chamou a si a responsabilidade sobre as ações de combate ao desmatamento na Amazônia, ao criar grupo de trabalho composto por 13 ministérios e coordenado pela Casa Civil. Esse espaço de transversalidade de governo, vital para a existência de uma verdadeira política ambiental, deu início à série de ações que apontou o rumo da mudança que o País exigia de nós, ou seja, fazer da conservação ambiental o eixo de uma agenda de desenvolvimento cuja implementação é hoje o maior desafio global.

Fizemos muito: a criação de quase 24 milhões de hectares de novas áreas de conservação federais, a definição de áreas prioritárias para conservação da biodiversidade em todos os nossos biomas, a aprovação do Plano Nacional de Recursos Hídricos, do novo Programa Nacional deFlorestas, do Plano Nacional de Combate à desertificação e temos em curso o Plano Nacional de Mudanças Climáticas.

Reestruturamos o Ministério do Meio Ambiente, com a criação da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Serviço Florestal Brasileiro; com melhoria salarial e realização de concursos públicos que deram estabilidade e qualidade à equipe. Com a completa reestruturação das equipes de licenciamento e o aperfeiçoamento técnico e gerencial do processo. Abrimos debate amplo sobre as políticas socioambientais, por meio da revitalização e criação de espaços de controle social e das conferências nacionais de Meio Ambiente, efetivando a participação social na elaboração e implementação dos programas que executamos.

Em negociações junto ao Congresso Nacional ou em decretos, estabelecemos ou encaminhamos marcos regulatórios importantes, a exemplo da Lei de Gestão de Florestas Públicas, da criação da área sob limitação administrativa provisória, da regulamentação do art. 23 da Constituição, da Política Nacional de Resíduos Sólidos, da Política Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais. Contribuímos decisivamente para a aprovação da Lei da Mata Atlântica.

Em dezembro último, com a edição do Decreto que cria instrumentos poderosos para o combate ao desmatamento ilegal e com a Resolução do Conselho Monetário Nacional, que vincula o crédito agropecuário à comprovação da regularidade ambiental e fundiária, alcançamos um patamar histórico na luta para garantir à Amazônia exploração equilibrada e sustentável. É esse nosso maior desafio. O que se fizer da Amazônia será, ouso dizer, o padrão de convivência futura da humanidade com os recursos naturais, a diversidade cultural e o desejo de crescimento. Sua importância extrapola os cuidados merecidos pela região em si, e revela potencial de gerar alternativasde resposta inovadora ao desafio de integrar as dimensões social, econômica e ambiental do desenvolvimento.

Hoje, as medidas adotadas tornam claro e irreversível o caminho de fazer da política socioambiental e da economia uma única agenda, capaz de posicionar o Brasil de maneira consistente para operar as mudanças profundas que, cada vez mais, apontam o desenvolvimento sustentável como a opção inexorável de todas as nações.

Durante essa trajetória, V. Excia é testemunha das crescentes resistências encontradas por nossa equipe junto a setores importantes do governo e da sociedade. Ao mesmo tempo, de outros setores tivemos parceria e solidariedade. Em muitos momentos, só conseguimos avançar devido ao seu acolhimento direto e pessoal. No entanto, as difíceis tarefas que o governo ainda tem frente sinalizam que é necessária a reconstrução da sustentação política para a agenda ambiental.

Tenho o sentimento de estar fechando o ciclo cujos resultados foram significativos, apesar das dificuldades. Entendo que a melhor maneira de continuar contribuindo com a sociedade brasileira e o governo é buscando, no Congresso Nacional, o apoio político fundamental para a consolidação de tudo o que conseguimos construir e para a continuidade da implementação da política ambiental.

Nosso trabalho à frente do MMA incorporou conquistas de gestões anteriores e procurou dar continuidade àquelas políticas que apontavam para a opção de desenvolvimento sustentável. Certamente, os próximos dirigentes farão o mesmo com a contribuição deixada por esta gestão. Deixo seu governo com a consciência tranqüila e certa de, nesses anos de profícuo relacionamento, temos algo de relevante para o Brasil.

Que Deus continue abençoando e guardando nossos caminhos.

Marina Silva"

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Momento de descontração musical

Apartir de hoje toda quarta-feira terá: Momento de descontração musical no Ecoflora

Porém cada palavra da letra dessas músicas dizem tudo que eu quero dizer neste momento!

O primeiro vídeo é da Banda Pedra do Urubu, do Campeche. E para quem não conhece a pedra-do-urubu, literalmente, ela que fica no Morro do Lampião, na Praia do Campeche, sul da ilha. A banda é ótima, já ouvi varias vezes e o som é aluscinante, sem falar que as letras são ligadas a natureza, resgate da cultura e a problemas ambientais.



Este vídeo achei interessante, pois fala da harmonia que homem deveria ter com a natureza!


Postagem em homenagem à João Augusto Medeiros e a Banda Pedra do Urubu.

Vídeos do Youtube