terça-feira, 14 de outubro de 2008

Dia das crianças com a natureza da UFSC

Para que melhor, do que um domingo de sol de primavera, sair para passear na Universidade Federal de Santa Catarina?

Diria até que a UFSC é o "Parque da Redenção" de Florianópolis.



Quem sabe curtir realmente aproveita a oportunidade.

Corda-bamba, malabares, macaquices, hm passeio de bike, soltar pipa, jogar bola, fazer um piqui-nique etc.

Tudo isso é possível no campus da UFSC.

E olha que alegria!
Ser criança com 21 anos é a melhor coisa que tem nesse mundo.
Deixo a sugetão!

Lembre-se!
PRESERVAR SEMPRE!

Fotos: Flora Neves e Lirio Candido Schineider.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Representando a natureza através de imagens


Hoje apresento algumas das minhas viagens em meio a natureza, aluscinada pela sua maravilhosa beleza e os clics vão surgindo e não param ... tenho certeza que a fotografia de natureza já faz parte de mim e agora com esse novo estágio com o fotógrafo Zé Paiva, estou cada vez mais perto dos meus sonhos.

Cantos e encantos...

Não façam isso em casa, pois nem todos são imunes a queimadura dessa bicha-cabeluda e dizem que essas assim bonitas e verdes são as mais perigosas.
Natureza pura beleza...

Fotos: Flora Neves e Lirio Candido Schneider.
Todas as imagens estão protegidas pelas lei de direitos autorais.

PRESERVAR SEMPRE!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

"Momentos de paz, eu quero viver cada dia mais..."

Hoje apresento algumas das minhas viagens, na natureza, aluscinada pela sua maravilhosa beleza e os clics vão surgindo ... ... ... tenho certeza que a fotografia de natureza já faz parte de mim e agora, com esse novo estágio, está cada vez mais perto de mim esse sonho de sair pelo mundo afora retratanto a natureza e o meio ambiente.

Gostarias de compartilhar com vocês este momento de felicidade que estou passando.

Acabo de trocar de estágio e olha só o lugar por onde tenho passado todo dia, estou me sentindo em casa agora, com a natureza mais próxima de mim.

Trabalhando com o fotógrafo Zé Paiva no Vista Imagens, que é o banco de imagens dele.

Com fotografia de natureza que também é minha grande paixão. E já me arisco a bater algumas fotinhosss, as quais compartilhos com vocês! (*_*).

Fotos: Flora Neves
PRESERVE SEMPRE!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Ações contra passivos do carvão em SC completam 15 anos, sem solução


O Ministério Público de Santa Catarina prepara um balanço das ações referentes aos passivos do carvão em de Santa Catarina. Este ano a atuação dos promotores na questão completa 15 anos.

Em 1993 o Ministério Público Federal propôs ação civil pública contra as empresas carboníferas, seus diretores e sócios majoritários, e a União Federal, visando à recuperação dos danos ambientais causados pela exploração de carvão mineral na região Sul de Santa Catarina. A ação ainda corre no fórum de Criciúma.

O procurador do MP no município de Criciúma, Darlan Dias faz um relato do andamento do processo. “Além desta ação civil pública, que é a principal porque trata da maioria dos passivos ambientais (cerca de 6.000 hectares), existem outras específicas.”, explica Dias. Para os empreendimentos em operação, por exemplo, foram celebrados em 2005 Termos de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TACs), com o objetivo de buscar a adequação dos empreendimentos de lavra, beneficiamento e transporte de carvão às normas ambientais.

Segundo o procurador desde então as empresas passaram por duas auditorias externas e diversas vistorias, que avaliaram o cumprimento do TAC. “Três empresas foram interditadas por terem descumprido as condições estabelecidas no ajuste.”, conta Dias. Outras segundo ele, fizeram grandes investimentos na adequação ambiental. “Entretanto, nenhuma delas foi considerada completamente apta a receber a licença ambiental”, completa o procurador.

A pedido do próprio MPF, em abril de 2006, o juíz responsável pelo caso proferiu decisão determinando que as empresas apresentassem novos projetos de recuperação, fixando para tanto um prazo de 4 meses. Vencido este prazo, as empresas apresentaram novos projetos de recuperação, que agora estão sendo analisados pelo MPF e pela FATMA. Neste contexto, "foi celebrado TAC aditivo com oito empresas, concedendo prazo adicional, que varia de 6 a 14 meses, para adequação à legislação ambiental e as empresas tiveram também que cumprir medida compensatória pelo prazo adicional concedido”. Dias garante que os órgãos públicos signatários descartam a possibilidade de, no futuro, concederem nova prorrogação de prazo.

Fontes do MPF-SC garantiram que o órgão quer agora fazer um balanço desse processo para avaliar sua estratégia para ações futuras.

Mestre em carvão

Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) a história dos passivos do carvão já foi lembrado em 2008 com uma pesquisa acadêmica. “Um olhar sócio ambiental da História: a trajetória do movimento ambientalista e seus conflitos com as atividades carboníferas no sul de Santa Catarina(1980-2008)”, diz o título da dissertação de Mestrado de Juliana Vamerlati Santos. Defendida em Junho no Departamento de História da UFSC, o trabalho reconstitui a luta dos ambientalistas pelo reconhecimento e solução dos problemas.

“O melhor para a região é que o carvão fosse substituído por outras fontes renováveis de energia. Por causa desta atividade o Sul de Santa Catarina é, de acordo com o Decreto Federal nº 85.206 de 1980, uma das quatorze regiões mais poluídas do Brasil”, argumenta Juliana. A base da sua pesquisa são “estudos de caso” nos municípios de Araranguá, Siderópolis, Criciúma, Içara e Tubarão, onde os movimentos e entidades lutam contra os impactos causados pela mineração do carvão.

Um dos destaques do trabalho é a trajetória da ONG Sócios da Natureza, de Araranguá. Segundo a dissertação, a entidade, criada em 1980, é uma das pioneiras do movimento ambientalista na região, e continua tendo como principal bandeira a luta contra os danos ambientais do carvão.

O pai de Juliana, Tadeu Santos, é um dos fundadores da ONG. Em entrevista por e-mail, ele aponta que “a classe política apóia incondicionalmente o setor carbonífero. Isso, apesar dos problemas causados à população e ao meio ambiente, como, por exemplo, a chuva ácida provocada pela queima do carvão da usina Jorge Lacerda (856 MW) num raio de 300 Km”. Tadeu também defende que a melhor solução para os problemas gerados seria a substituição desta por fontes renováveis.

Tadeu Santos também reclama, em relatório apresentado em Abril deste ano ao Ministério Público, da falta de ações efetivas da Fatma e do MPF-SC em fiscalizar as licenças ambientais concedidas às mineradoras. Ele ainda denuncia que nos Planos de Áreas Degradadas não levam em consideração cerca de 50 mil hectares de rios, suas calhas, margens e mata ciliares que também são atingidos pelos resíduos do carvão.

Interesse social

Outra reivindicação da Sócios da Natureza é por melhores condições de trabalho para os mineiros. Segundo Santos, os mineiros estão vivendo em condições de escravidão, pois ganham muito pouco para trabalhar embaixo da terra sob condições inseguras e insalubres, além de que têm sérios riscos de adquirem doenças fatais, como a pneumoconiose.

Mas nem sempre tais reclamações encontram eco nas partes diretamente interessadas. O ex-mineiro Manuel Mendes de Souza, 81 anos, que trabalhou durante 27 anos na Nova Próspera Mineração, de Criciúma, declara que “tem apenas um carvãosinho no pulmão e um pouco de falta de ar”. Ele revela que sua vontade seria de continuar trabalhando se pudesse. Mendes tem pneumoconiose e ganha R$ 400,00 de indenização da mineradora. O dinheiro, segundo ele, dá “aperdado” para pagar os remédios.

O procurador Darlan Dias reforça a perspectiva pragmática da discussão. "O Ministério Público Federal não pode agir como gostaria uma ONG, ou outros setores da sociedade, que esperam por uma atitude radical". Segundo ele é fundamental considerar a importância sócio-econômica do setor. "Todo o esforço do MPF tem o sentido de exigir a aplicação da lei e a completa adequação ambiental dos empreendimentos", completa ele.

O assessor FATMA de Criciúma, Alexandre Guimarães, foi procurado para falar sobre o assunto, porém por mais de um mês não respondeu aos pedidos de entrevista encaminhados pela reportagem.

Já o diretor do Sindicato das Indústrias de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (SIECESC), Ruy Hülse, reclama em entrevista por telefone, que o tempo de 10 anos dado pelo MPF para as mineradoras recuperarem as áreas degradadas não é suficiente. “Não negamos que a região ainda sofra com os passivos gerados pelo setor, mas hoje em dia fazemos o possível para minimizar estes impactos, não se minera mais como antigamente. E estamos agindo conforme a lei, na recuperação das áreas degradadas.”, garante Hülse.

Segundo ele são investidos R$ 7 milhões por ano em recuperação ambiental. “Se a mineração for saudável, vamos ter condições de recuperar.”, afirma o diretor do SIECESC. "O Brasil precisa do carvão mineral! Através de um contrato a Tractebel Energia recebe, no mínino, por mês 200 mil toneladas de carvão para geração de energia na Usina Térmeletrica Jorge Lacerda, Criciúma, que hoje é a maior usina térmeletrica da América Latina."

Mesmo com dados pomposos, recentes manifestações públicas contra a atividade carbonífera no estado, que é o principal produtor nacional do mineral, confirmam que os problemas persistem. Um exemplo foi o "Tratoraço" contra abertura de uma mina, organizado por agricultores em Içara, no mês de março. Hülse defende-se da acusação dos agricultores, de que a mineração é a causa da poluição ambiental na região e que prejudica a agricultura. "A mineração não causa nenhum risco para a agricultura. Para provar, qualquer um pode visitar as nossas mineradoras, onde temos projetos de hortas e não temos problema algum com o solo ou com a água”.

(Reportagem Flora Neves, Ambiente JÁ, 11/08/2008.
Foto: Rogério Mosimann)

PRESERVAR SEMPRE!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Audiência Pública SOS GRAVATÁ

ATENÇÃO!!!


Audiência Pública do Gravatá na Câmara de Vereadores

A audiência acontecerá dia 14 de agosto, quinta-feira, às 14:30hs

Local: Plenarinho, 1º andar da Câmara de Vereadores, na rua Anita Garibaldi, 35.

Telefone para mais informações: 3027-5762

Site com todas as informações e processos deste problema gerado pela expeculação imobilíaria: SOS GRAVATÁ


(Foto: Site http://www.sosgravata.org/ , sem autorização)

PRESERVAR SEMPRE!

Mostra de cinema Ambiental na UFSC

Não percam a oportunidade de assistir!
Totalmente gratuito!

Programação:

Dia 13 de agosto (quarta-feira) - Auditório do CCE

14h
Mesa de Abertura “Cinema, Ambiente e Educação” Leandro Belinaso Guimarães (UFSC) Paula Brügger (UFSC) Wladimir Garcia (UFSC)

16h
DELTA, OIL’S DIRTY BUSINESS
- Documentário, 64 min, 2006, direção: Yorgos Avgeropoulos – Grécia.
LIÇÕES TARDIAS PARA AVISOS ANTECIPADOS – Diretor: Jakob Gottschau – Cap. 1: Epidemia do Cigarro (29 min); Cap. 2: Veneno Imortal (29 min). Dinamarca.
Total de 2h02min de exibição

18h30min
SUBPAPÉIS
– Documentário, 18 min, 2007, direção: Luiz Eduardo Jorge – Goiás; Brasil.
THE JUNGLE BEAT (BATIDA NA FLORESTA) – Documentário, 58 min 30 seg, 2006, direção: Adrian Cowell – Reino Unido / Brasil.
ZONE OF INITIAL DILUTION - Documentário, 30 min, 2006, direção: Antoine Boutet – França.
Total de 1h46min de exibição

Dia 14 de agosto (quinta-feira) - Auditório do CCE

14h
BENZEDURAS
– Documentário, 72 min 04 seg, 2007, direção: Adriana Rodrigues – Goiás; Brasil.
JAGLAVAK, PRÍNCIPE DOS INSETOS - – Documentário, 52min, 2006, direção: Jeróme Raynaud – França.
Total de 2h04min de exibição

16h30min
SUBPAPÉIS
– Documentário, 18 min, 2007, direção: Luiz Eduardo Jorge – Goiás; Brasil.
THE JUNGLE BEAT (BATIDA NA FLORESTA) – Documentário, 58 min 30 seg, 2006, direção: Adrian Cowell – Reino Unido / Brasil.
ZONE OF INITIAL DILUTION - Documentário, 30 min, 2006, direção: Antoine Boutet – França.
Total de 1h46min de exibição

Dia 14 de agosto (quinta-feira) - Auditório do CED [Cine CED]

18h30min
DELTA, OIL’S DIRTY BUSINESS
- Documentário, 64 min, 2006, direção: Yorgos Avgeropoulos – Grécia.
LIÇÕES TARDIAS PARA AVISOS ANTECIPADOS – Diretor: Jakob Gottschau – Cap. 1: Epidemia do Cigarro (29 min); Cap. 2: Veneno Imortal (29 min). Dinamarca.
Total de 2h02min de exibição

Dia 15 de agosto (sexta-feira) – Auditório do CCE

14h
BENZEDURAS – Documentário, 72 min 04 seg, 2007, direção: Adriana Rodrigues – Goiás; Brasil.
JAGLAVAK, PRÍNCIPE DOS INSETOS - – Documentário, 52min, 2006, direção: Jeróme Raynaud – França.
Total de 2h04min de exibição

16h30min
SUBPAPÉIS
– Documentário, 18 min, 2007, direção: Luiz Eduardo Jorge – Goiás; Brasil.
THE JUNGLE BEAT (BATIDA NA FLORESTA) – Documentário, 58 min 30 seg, 2006, direção: Adrian Cowell – Reino Unido / Brasil.
ZONE OF INITIAL DILUTION - Documentário, 30 min, 2006, direção: Antoine Boutet – França.
Total de 1h46min de exibição

18h30min
DELTA, OIL’S DIRTY BUSINESS - Documentário, 64 min, 2006, direção: Yorgos Avgeropoulos – Grécia.
LIÇÕES TARDIAS PARA AVISOS ANTECIPADOS – Diretor: Jakob Gottschau – Cap. 1: Epidemia do Cigarro (29 min); Cap. 2: Veneno Imortal (29 min). Dinamarca.
Total de 2h02min de exibição

Mais tudo sobre o evento: AGECOM UFSC

PRESERVAR SEMPRE!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Demarcação da Terra Indígena Itaty do Morro dos Cavalos

Apesar da polêmica, Funai prepara demarcação de terra indígena catarinense

A Fundação Nacional do Índio (Funai) prepara licitação para contratar a empresa de topografia que vai realizar a demarcação da terra indígena Itaty do Morro dos Cavalos, em Palhoça, Santa Catarina. A portaria ministerial declaratória, publicada em 18 de abril deu posse da terra aos guaranis Mbyás e Nhandevas. Nesse primeiro momento serão identificadas as propriedades que devem ser indenizadas para posterior homologação pelo presidente Lula, segundo o coordenador geral de proteção e demarcação de Terras Indígenas da Funai, em Brasília, João Antônio de Sá.

O cacique da aldeia guarani Itaty, Augustinho Werá Tukumbó, lembra que seu povo espera há muito tempo pela demarcação da sua terra e revela a angústia da comunidade, onde vivem 142 pessoas: “Queremos plantar tranquilos e viver em paz. Vivemos nessa terra há mais de 50 anos, meu avô de 99 anos ainda vive na aldeia”, explicou. Ele lamenta a falta de consideração dos “vizinhos colonos” que reivindicam pela revogação da medida da portaria declaratória.

A antropóloga, coordenadora do Programa Guarani do Centro de Trabalho Indigenista e do Grupo de Trabalho dos estudos de identificação e delimitação da terra indígena Morro dos Cavalos da Funai, Maria Inês Ladeira, explica que na questão da demarcação das terras, a origem dos guaranis tem sido muito questionada em Santa Catarina. Segundo ela, a aldeia do Morro dos Cavalos integra uma rede de aldeias situadas nas regiões Sul e Sudeste com extensões no Paraguai e na Argentina.

Herança e direito à terra

Essa região constitui o território tradicional Guarani. “A história Guarani nessas regiões do continente sul-americano é intensa e foi registrada, embora não totalmente, pelos viajantes em distintos períodos do processo de colonização”, conta Maria Inês.

A antropóloga argumenta que a herança cultural deixada pelos guaranis pode ser observada na toponímia e em vários elementos da nossa própria cultura. Assim, segundo ela, a terra demarcada corresponde a um espaço de uso presente e futuro não só para a comunidade Guarani atual, mas também para as novas gerações. “Há que se entender que as pequenas áreas que os guaranis ocupam são para o sustento de uma sociedade que, ao longo de séculos de opressão, vem se mantendo íntegra, propondo a si as mesmas estratégias criativas para se situarem no mundo atual.”, explica Maria Inês.

Para a antropóloga, é necessário que a sociedade civil e os governos nos quais se situam as terras guaranis tenham consciência da gravidade da situação que este povo se encontra, por falta de terras e matas. “Que parem de transformá-los em invasores e estrangeiros, que se colocam contra uma população original de brasileiros”.

O que também surpreende Maria Inês são as acusações ao processo de identificação e delimitação, que segundo ela, são apregoadas por pessoas que nem sequer leram o relatório, onde sem dúvida encontrariam explicações sobre os critérios utilizados.

Quanto à alegação feita pelo deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC), de que a criação da reserva irá alterar o projeto da duplicação da BR-101, e que traria mais despesas, cerca de R$ 50 milhões, com a construção de um viaduto, Maria Inês esclarece que o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte (DNIT) já apresentou uma alternativa independente da demarcação da terra indígena, que seria a construção de dois túneis, e não de um viaduto.

(Por Flora Neves, AmbienteJÁ, 08/08/2008)

PRESERVAR SEMPRE!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Turismo em Floripa: Fortaleza São José da Ponta Grossa

Para um final de semana de sol, deixo a sugestão da Fortaleza de São José da Ponta Grossa.













A qual visitei no final de semana passado e me encantei com sua beleza paisagística e com a história deste patrimônio histórico cultural de Floripa!











Saiba mais como chegar lá...

E como inspiração algumas das fotos que tirei naquele dia, sábado (02/08).

Acesse também meu Albúm completo com todas as fotos!

As fotos estão sob uma licença Creative Commons Attributions.

PRESERVAR SEMPRE!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Sabiá-cica, uma ave ameaçada de extinção

Avistei o Sabiá-cica na Enseada de Brito, onde tenho um sítio, área de entorno do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.
E apesar de Santa Catarina não estar descrita como área de ocorrência desta ave, ela é muito vista por aqui.
O que valoriza nossa região e ressalta a importância de se ter Unidades de Conservação como o Parque do Tabuleiro.
Pois o Sabiá-cica é uma espécie ameaçada de extinção e para continuar existindo precisa da preservação da floresta atlântica, que é seu habitat natural.

Sabiá-cica (Triclaria malachitacea)














Características:

Macho: Possui o abdômen azul-púrpureo, bico branco berrante. Os machos velhos podem apresentar penas vermelhas em vez de azuis na barriga.

Fêmea: Verde menos carregado, sem azul ventral.

Gritos estridentes semelhantes ao de um periquito, canto aflautado lembrando sabiá, mais monótono e forte.

É endêmico do Brasil, quase endêmico da Floresta Atlântica.

Habita florestas úmidas ricas em bromélias, ao longo de cursos de rios em vales. É bastante ativo, tanto no crepúsculo matutino quanto vespertino.

Alimentação: rica em variando entre frutos e sementes, nozes, bagas, além de insetos e suas larvas.

Comprimento: 28 a 29 cm

Ocorrência Geográfica: Vive na Floresta Atlântica; nas matas secas da serra do mar em altitudes médias do Rio de Janeiro e florestas adjacentes e regiões serranas do interior. Ocorre do sul da Bahia, Minas Gerais, Rio grande do Sul e sul de Mato Grosso.

Categoria/Critério: Ameaçada - vulnerável. Caça; Destruição de habitat; Redução de uma de suas principais fontes alimentares - palmito.

Observações adicionais: Tamanho populacional reduzido com probabilidade de extinção na natureza em pelo menos 10 por cento em 100 anos.

Fonte: Ambiente Brasil
Foto:Flora Neves

PRESERVAR SEMPRE!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Projeto de PCHs no Rio Cubatão coloca órgão licenciador e empresas contra a comunidade

A polêmica foi a marca da audiência pública que apresentou o projeto de 6 (seis) pequenas centrais hidrelétricas (PCH) no Rio Cubatão Sul, nos municípios de Santo Amaro da Imperatriz e Águas Mornas, região metropolitana de Florianópolis (SC). Realizada na noite de quarta-feira (23/07), no Sindicato dos Agricultores Rurais de Santo Amaro da Imperatriz, a reunião serviu para que a comunidade deixasse claro seu repúdio ao projeto. Pedindo transparência no licenciamento das hidrelétricas, os presentes exigiram maiores esclarecimentos técnicos por parte da Fatma e da proponente do projeto, a Adiplan.(http://www.adiplan.com.br/)

A audiência, proposta pela Comissão de Turismo e Meio Ambiente da AL-SC, foi mediada pelo presidente da comissão, Deputado Estadual Décio Góes (PT). Segundo ele, foi necessária muita cautela, pois existe um sério conflito de uso dos recursos hídricos na região. Faixas e vídeos com fotos foram exibidos pelos integrantes do Movimentos Rio Cubatão Vivo, pedindo pela preservação da Bácia Hidrográfica do Rio Cubatão Sul.

A Adiplan apresentou o exemplo de uma PCH, no RS, inplantada por uma cooperativa de agricultores, onde os resultados foram positivos. "Essas instalações são importantes para o suprimento de energia da rede hoteleira da região, assim como para o desenvolvimento dos municípios, trazendo centenas de empregos diretos e indiretos, sem contar os impostos que serão arrecadados das empresas", ressaltou Hélio João Machado, engenheiro e responsável pelo projeto. A empresa ainda distribuiu um documento apócrifo no início da audiência, garantindo que o turismo na região não será afetado, como teme a comunidade e as empresas de turismo de aventura. “Quem é contra as PCHs é contra a Constituição Brasileira”, dizia um trecho do texto.

"Existem duas atividades econômicas competindo pelo uso dos recursos hídricos no caso e sendo assim, cabe ao poder público mediar as prioridades de uso desses recursos", declarou representante da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FATMA) no evento, Luiz Antônio Garcia Correia. Ele antecipou que uma das 6 PCHs já recebeu parecer negativo da fundação. Correia garantiu que os processos de licenciamento foram sustados por 90 dias, para que a comunidade, em conjunto com o Comitê Gestor da Bacia hidrográfica, apresente suas avaliações a respeito dos projetos.

No final da audiência o representante da FATMA se comprometeu em organizar, em novembro, uma reunião explicativa sobre os estudos técnicos de impactos ambientais dos empreendimentos. "É importante que as discussões e avaliações sejam baseadas na legislação ambiental", frisa Correia.

Turismo contra

Já o representante da Associação Brasileira de Turismo de Aventura (ABETA), Keko Gabeloto, demonstrou a posição clara do setor turistico. "Defendemos a preservação total dos mananciais e somos contra a construção de centrais hidrelétricas nos munícipios". Sengundo ele “O rio é um bem público e deve ser utilizado por toda a comunidade, para abasteciemnto e lazer. E no meu entendimento estas hidrelétricas não são a vocação deste Rio”.

Keko lembra a relevância da bacia, já que parte do município pertence ao Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. "A região é conhecida como Capital das Águas, sendo o Cubatão Sul o último rio de médio porte em condições naturais, sem instalações e alterações em seus cursos e fazer parte de um corredor ecológico com o Parque do Tabuleiro", acrescenta. "O potêncial de energia elétrica que será gerado, 13 MW, não vale a pena em comparação com todos os impactos ambientais que serão gerados".

De acordo com dados da ABETA a atividade turística gera cerca de R$ 1 milhão por ano só para o município de Santo Amaro.

Para complicar ainda mais a situação dos projetos, a Câmara de Vereadores de Santo Amaro da Imperatriz sancionou dia 30 de junho de 2008, a Lei nº 8.198, que proíbe qualquer instalação de centrais hidreléricas no município. Na vizinha Águas Mornas o entrave para os projetos está no plano diretor, que preve discussões em audiências públicas para a implantação de hidrelétricas.

A geógrafa Ana Maria Zachetta, moradora de Águas Mornas, alega a falta de estudos geológicos, esclarecedores, a respeito das fendas de águas termais da região. "Seria um risco mexer na dinâmina hidrológica da região sem saber quais os possíveis impactos que estas alterações causariam. Podendo até desencadear o desaparecimento das águas termais, como já foi constatado em casos anteriores no século XIX, quanto foi mal direcionado o uso desta mesma fenda, fazendo com que as águas termais mudacem de lugar", argumenta ela.

Futura audiência

Não faltam questionamentos e dúvidas para as próximas audiências em novembro. Da existência de espécies de fauna endêmica na região, passando pela dinâmica da fauna aquática (período da piracema etc), ao abastecimento de água da capital Florianópolis, que retira do Rio Cubatão 60% da sua água para consumo humano.

O representante da empresa Sócio Ambiental, que realizou o projeto ambiental das PCHs, Ricardo Arcai, declara que quando foram feitos os estudos, os unicos conflitos identificados eram com a atividade de rafting, pois a vazão resultante das instalações impedirá a prática. "Pórem este problema poderia ser resolvido com estudos e técnicas já utilizadas em outros países, onde são feitos acordos com escalas de horários para a prática", sugere ele.

A doutoranda na área de gestão de bacias hidrográficas da UFSC, Janaina Mário, que também é membro do Comitê Gestor da Bacia, traz sua contribuição a favor do Comite e da comunidade. Ela questiona o fato do exemplo da PCH instalada no RS, apresentado pela Adiplan, ser uma PCH instituida por uma cooperativa, o que não é o caso dos empreendimentos no rio Cubatão. "Além disso, não existe uma bácia hidrografica igual a outra”, ensina ela.

Janaina lembra da Lei nº 9.433 da Costituíção, que institui a politica nacional de recursos hídricos e que também institui os comites de bacias, que são órgãos gestores e que têm a função de arbitrar os conflitos gerados pelos usos múltiplos desse recurso e sugere que está lei seja levada em consideração.

(Por Flora Neves, Ambiente JÁ, 25/07/2008)

PRESERVAR SEMPRE!

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Manifesto da FEEC sobre as instalações das PCHs no Rio Cubatão Sul

A Federação das Entidades Ecológicas Catarinenses, entregou este manisfesto ontem às autoridades presentes na audiência pública, realizada ontem a noite, 23, no Sindicato dos Agriculturos Rurais de Santo Amaro da Imperatriz por iniciativa da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Assembéia Legislativa para esclarecer a comunidade sobre a instalação de seis Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no Rio Cubatão Sul.

A audiência foi proposta pelo Deputado Décio Góes.

É de suma importância que todos estejam cientes do que está acontecendo, posto que está região é a que abastece a grande Florianópolis com água potável.


Florianópolis, 22 de julho de 2008
A FATMA
Ao IBAMA
Ministério Público Federal
Ministério Público de Santa Catarina
Ministério das Cidades


Ref.: Projeto de implantação de 6 PCHs na bacia do Rio Cubatão – SC

A Federação das Entidades Ecologistas Catarinense – FEEC, vem por meio deste, manifestar publicamente seu posicionamento quanto ao projeto de implantação de 6 Pequenas Centrais Hidroelétricas – PCHs - na bacia do Rio Cubatão, na região de Santo Amaro da Imperatriz/SC, na grande Florianópolis.

O rio Cubatão, além de ser o maior manancial de abastecimento de água da grande Florianópolis, é também um dos maiores recursos na região para o turismo ecológico, rafting, entre outras atividades geradoras de emprego e renda.

Considerando a falta de Estudos de impacto Ambiental para um tão grande numero de centrais elétricas na mesma bacia hidrográfica, a FEEC ratifica a iniciativa do Governo Municipal de Santo Amaro da Imperatriz que sancionou a Lei municipal 1.898 de 30/06/2008, que proíbe a implantação de PCHs em seu território.

Uma simples análise preliminar e visita “in loco” mostram o grande impacto ambiental que tal proposta poderá trazer à região, por meio da descaracterização paisagística, da perda da biodiversidade aquática e florestal e transtornos à economia do turismo ecológico, além da violação da lei da mata atlântica e um rio totalmente recortado por barragens. Ademais, é importante considerar o impacto geral a uma única bacia hidrográfica e ao abastecimento hídrico de Florianópolis.

Desta forma, entendemos como necessários estudos mais profundos que comprovem que 6 PCHs têm menor impacto do que uma hidrelétrica com capacidade superior a 10MW – exigência da Resolução do CONAMA 001/86.

Portanto, solicitamos à FATMA e ao IBAMA que sejam feitos criteriosos estudos de avaliação dos impactos sinergéticos ambientais e sociais do conjunto das 6 PCHs na bacia do Rio Cubatão.

Durante tal estudo apelamos para que nenhuma obra seja construída ou licenciada até a obtenção dos estudos mais aprofundados destas PCHs, que atestem sua viabilidade ambiental.

No aguardo de vossa manifestação, apresentamos nossa consideração e respeito.

Atenciosamente
-----------------------------------
Alexandre Lemos
Coordenador Geral da FEEC
http://www.feec.com.br/

Fonte: representante da FEEC, Lúcio Dias da SIlva Filho

PRESERVAR SEMPRE!

Movimento Rio Cubatão Vivo

Na íntegra, manifesto do Movimento Rio Cubatão Vivo!

E quem quiser fazer a sua parte e colaborar assinando também o abaixo-assinado online, acesso o link!

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO

VEIA ABERTA DA VIDA –

NÃO DEIXE NOSSO RIO CUBATÃO ENTRAR PELO CANO!

ESCLARECIMENTO À POPULAÇÃO DE SANTO AMARO DA IMPERATRIZ, ÁGUAS MORNAS E REGIÃO SOBRE A VERDADE DA IMPLANTAÇÃO DE PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS EM NOSSA REGIÃO:

DIANTE DE UMA LEI FEDERAL DE INCENTIVO À IMPLANTAÇÃO DE PEQUENAS HIDRELÉTRICAS, O NOSSO RIO CUBATÃO E SEUS SALTOS TORNARAM-SE ALVOS DE EMPRESÁRIOS GANANCIOSOS, QUE QUEREM ESTRANGULAR NOSSAS VEAIS ABERTAS DE VIDA, E ATRAVÉS DE GIGANTESCAS AGULHAS SUGADORAS, ROUBAREM A ENERGIA VITAL DA NOSSA REGIÃO E CONVERTÊ-LA EM DINHEIRO PARA SEUS BOLSOS.

A ENERGIA GERADA PELAS 06(SEIS) PCHs,QUE AQUI QUEREM IMPLANTAR, DEPOIS DO REBAIXAMENTO DA TENSÃO QUE É FEITA EM ARIRÍU, PRODUZ UM TOTAL DE 11,8 MEGAWATS/ DIA. O VALOR DE MERCADO DO MEGAWAT, CONFORME INFORMAÇÃO DA ELETROSUL, É EM MÉDIA DE R$125,00 A HORA/MEGAWAT..

FAZENDO O CÁLCULO, TEREMOS:

POR DIA: R$125,00 X 11,8X24 = R$35.400,00 ;

POR MÊS: R$35.400,00 X 30 = R$1.062.000,00

POR ANO: R$1.062.000,00 X 12 R$12.744.000,00 (DOZE MILHÕES, SETECENTOS E QUARENTA E QUATRO MIL)! ESTE É O VALOR APROXIMADO DE FATURAMENTO QUE ESTAS PCHs GERARIAM AOS BOLSOS DOS INVESTIDORES, EM UM ANO!

AGORA A VERDADE DESTE VALOR:

17% DE ICMS VAI PARA O ESTADO: R$2.166.480,00

DESTE VALOR DE R$2.166.480,00 O ESTADO DEVOLVE PARA OS MUNICIPIOS, O PERCENTUAL DE 25%.

ENTÃO: 25% DE R$2.166.480,00 = R$368.301,60

ESSE É VALOR TOTAL QUE VOLTA DO ESTADO PARA O MUNICIPIO.

TEMOS AINDA, QUE:

ESTE VALOR: R$368.301,60 PRECISA SER DIVIDIDO ENTRE AS DUAS PREFEITURAS, POIS PARA CADA MUNICIPIO O PROJETO PREVÊ 03 PCHS.

ENTÃO: R$368.301,60 : 2 = R$184.150,80 POR ANO!

POR MÊS: R$184.150,80 :12= R$15.345,90!!!!!!!!!!!!! E NÃO R$1.000.000,00 QUE ESTÁ SENDO DIVULGADO EM JORNAIS LOCAIS!


(CÁLCULOS EM VALORES APROXIMADOS, POIS TEMOS MESES COM MAIS DE 30 DIAS E FEVEREIRO COM MENOS DIAS )

ENQUANTO O TURISMO DO RIO CUBATÃO GERA ESTE VALOR, POR SEMANA!!!!! DISTRIBUIDO DIRETAMENTE À SUA POPULAÇÃO, E AO COMÉRCIO LOCAL! EXEMPLO: TURISMO CIENTÍFICO(ESTUDO DA LONTRA); TRILHAS, RAFTING, CANOAGEM E SIMILARES!

A LEI VINDA DE BRASILIA, NÃO CONHECE A NOSSA REALIDADE: UMA BACIA TERMO-MINERAL, COM ECO-CLIMA ÚNICO NO PLANETA, LOCALIZADO SOBRE UMA FENDA GEOLÓGICA E COM SOLO ARENOSO. OS 180.000 M2 A SEREM INUNDADOS, SÃO DE MATA VIRGEM , DE IMENSA RIQUEZA CÊNICA, E COM ÁGUA POTÁVEL. PELAS FACILIDADES QUE A LEI OFERECE, OS PROJETOS DE PCHs NÃO EXIGE QUE SEJA FEITOUM ESTUDO APROFUNDADO DA FAUNA, DA FLORA E GEOGRAFIA DA REGIÃO. A ENERGIA GERADA NÃO FICA NOS MUNICIPIOS! É COMERCIALIZADA JUNTO À REDE NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA . SENDO USADA EM OUTROS ESTADOS . – PORTANTO, NÃO EXISTE NENHUMA POSSIBILIDADE DE FICAR A ENERGIA MAIS BARATA, CONFORME ESTÃO DIVULGANDO!

A QUANTIDADE ENERGIA ELÉTRICA QUE ESTE RIO É CAPAZ DE GERAR, É MUITO PEQUENA, COMPARADA COM O TAMANHO DO ESTRAGO AMBIENTAL, CULTURAL, ECONÔMICO E SOCIAL IRREPARÁVEL QUE PODERÁ CAUSAR A IMPLANTAÇÃO DESTAS PCHS. TODA A POTENCIALIDADE DE CRESCIMENTO NATURAL DO ECO-TURISMO TERMO-MINERAL, ÚNICO NO PLANETA. A EVENTUAL IMPLANTAÇÃO DESTAS PCHs, DESEMPREGARÁ EM TORNO DE 100(CEM) PESSOAS DA REGIÃO, DIRETAMENTE. POR EXEMPLO: RAFTING, ARTESANATO, HOTÉIS, RESTAURANTES, COMÉRCIO EM GERAL. PODEREMOS PERDER TODA A IDENTIDADE DO MUNICÍPIO COMO "PARAISO DAS ÁGUAS" E "CAPITAL ESTADUAL DAS ÁGUAS TERMAIS", CONCEDIDO PELO ESTADO, BEM COMO, A DIVULGAÇÃO INTERNACIONAL GRATUITA QUE O TURISMO PROMOVE EM NOSSO RIO. COMO POLO CATARINENSE DE ECO-TURISMO E TURISMO DE AVENTURA.

PRECISAMOS DE ESTUDOS MAIS DETALHADOS SOBRE OS IMPÁCTOS AMBIENTAIS QUE PODEREMOS SOFRER, COMO POR EXEMPLO:

1 - EM FUNÇÃO DA ÁGUA REPRESADA NOS LAGOS, PODERÁ HAVER INFILTRAÇÃO DESTA ÁGUA POLUÍDA CONTAMINANDO TODAS AS NASCENTES EM UM RAIO DE 03(TRES) KM, E SEU ENTORNO. INCLUSIVE NOSSAS FONTES TERMO-MINERAIS QUE DISTAM APROXIMADAMENTE 1,5 KM .

2 – ESTUDO DA FENDA GEOLÓGICA DE ONDE SURGE NOSSA ÁGUA MINERAL TERMAL, E SEU MOVIMENTO SÍSMICO, PARA OFERECER GARANTIA, PRINCIPALMENTE PARA A POPULAÇÃO DA BAIXA SANTO AMARO, QUANTO A POSSIBILIDADE DE FALHA DE SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO DA REPRESA, DE 22M DE ALTURA EM VARGEM GRANDE, OU SEJA, O RISCO DE UMA GRANDE TRAGÉDIA PREMEDITADA PARA A REGIÃO. AS BARRAGENS, INCLUSIVE A DE 22 M DE ALTURA, PODERÃO ROMPER POR FALTA DE ESTUDOS ADEQUADOS, JÁ QUE ESTAMOS SOBRE UMA FENDA GEOLÓGICA,QUE SE MOVIMENTA, COMO POR EXEMPLO, O PEQUENO TERREMOTO NA DÉCADA DE 60, NESTA REGIÃO!

3 – CIDADÃOS DE SANTO AMARO DA IMPERATRIZ E DE ÁGUAS MORNAS,

TODOS FILHOS DO RIO CUBATÃO E FORQUILHINHAS:

VAMOS NOS UNIR EM PROL DA VEIA ABERTA DA VIDA DE TODOS OS TIPOS DE VIDA!NÃO DEIXE QUE A ENERGIA DE TODAS AS VIDAS DE NOSSA REGIÃO, SEJAM SUGADAS POR UMA SERINGA GIGANTE, LEVANDO A NOSSA RIQUEZA PARA OUTROS ESTADOS!

CONVOCA-SE TODOS OS CIDADÃOS DE SANTO AMARO DA IMPERATRIZ E ÁGUAS MORNAS, PARA COMPARECEREM A SESSÃO DA CÂMARA DOS VEREADORES DE SEU MUNICIPIO, TODAS AS TERÇAS-FEIRAS,. ÀS 19;00 HORAS, PARA JUNTOS AFASTARMOS EM DEFINITIVO, QUALQUER INTENÇÃO DE DESTRUIÇÃO E MORTE NA NOSSA ABERTA VEIA DA VIDA, POIS:

ÁGUA É VIDA, SEM ÁGUA : É MORTE!

Fonte: por email de Lúcio Dias da Silva Filho (Projeto Ilha Verde)

PRESERVAR SEMPRE!

Plantas exóticas: Pinus

Publico esta matéria, que saiu no dia 23 no site da AL-SC, na íntegra pois acredito que ações como a do Deputado Pedro Baldissera devem ser divulgadas e incentivadas.

Padre Pedro propõe ação imediata para barrar pinus

Depois de denunciar, em junho, na tribuna da Assembléia, o plantio indiscriminado de pinus no Meio Oeste de Santa Catarina – que ocupa mais de 50% do território de alguns municípios da região –, o deputado Padre Pedro Baldissera (PT) se disse "estarrecido" com o conteúdo de matéria publicada pelo jornal “Notícias do Dia”, que destaca a "invasão" do pinus em Florianópolis.

A reportagem, assinada pelo jornalista Luiz Eduardo Schmitt, destaca alerta do biólogo da Fundação do Meio Ambiente de Florianópolis (Floram), Franciso Antônio da Silva Filho.

Na avaliação de Silva, "a situação está fora de controle". "É um caso que merece reflexão aqui na Ilha de Santa Catarina, e que confirma as denúncias que fizemos em outras regiões. É estarrecedor e preocupante ver que até aqui essa 'praga' atinge a Mata Atlântica", disse o parlamentar.

Para Padre Pedro, o debate em torno do Código Ambiental de Santa Catarina precisa levar em conta ações imediatas que barrem o plantio indiscriminado do pinus.

O deputado acredita que é preciso ouvir especialistas de universidades e institutos públicos, e, a partir de um estudo aprofundado, avaliar como restringir as áreas cobertas com pinus. "Já realizamos um debate prévio, com a participação de biólogos e engenheiros, e até agora observamos que a medida mais acertada é estabelecer uma limitação clara, na lei, impedindo que áreas imensas sejam tomadas por pinus", disse.

"Minha preocupação é com o que ocorrerá na Ilha, um ecossistema já castigado, daqui há 30 ou 50 anos, e com o que ocorrerá no Meio Oeste e no Norte do Estado daqui a menos tempo.

Precisamos, com urgência, pensar formas restritivas de manejo do pinus", complementou."Cultura da morte" O parlamentar reproduziu trechos da reportagem do jornal “Notícias do Dia”, principalmente os depoimentos do pescador Josué Gomes, que chegou a afirmar que a própria pesca na Lagoa da Conceição é prejudicada pela resina que sai da planta.

"É uma atitude tão desesperada que em dado momento ele afirma que, caso sejam autorizados, os próprios moradores derrubariam de graça todos os pinus. Além disso, ele afirma que os moradores chegam a realizar queimadas para tentar derrubar essa vegetação", relatou.

Padre Pedro afirmou que aguarda "com ansiedade" o texto do Código Ambiental de Santa Catarina, apresentado pelo Governo do Estado, para averiguar que tipo de medida refere-se ao cultivo de espécies exóticas no Estado.

Fonte:
Cássio Turra
Assessoria de Imprensa
Deputado Padre Pedro Baldissera (PT)
(48) 3221-2726 ou 9947-2049
www.padrepedro.com.br

PRESERVAR SEMPRE!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Momento Musical com Hóspede da Natureza

Não se foi a melhor escolha, mas vi nesse vídeo uma musíca com imagens da natureza no Rio de Janeiro e acho que dá para entrar em contato com um ambeinte tranquilo e se embalar na letra da música.

Vídeo postado por Planeta Criativo, no Youtube!



PRESERVAR SEMPRE!