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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Audiência Pública define Plano Diretor de Palhoça

Recebi de uma amiga e resolvi fazer o banner abaixo e repassar a informação adiante!


















Seja um formador de opinião pública, um multiplicador de consciência!
A Natureza AGRADECE.


Lembre-se: PRESERVAR SEMPRE, PELA VIDA!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Da série: Parque Estadual da Serra do Tabuleiro: SÓ AS MELHORES)!


Hã? Não gostou? Achou estranho? Quer fazer uma reflexão? Um questionamento?
ESTOU AQUI PARA O DIALOGO!!! VENHA E PARTICIPE desde MEIO DE COMUNICAÇÃO 100% GRÁTIS PARA VOCÊ!!!
Honre o art.225 da Constituição Federal:
Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.



Lembre-se: PRESERVAR SEMPRE, PELA VIDA!

quarta-feira, 2 de março de 2011

600 pessoas abraçam o Rio da Madre na Guarda do Embaú pedindo saneamento

Abraço visto do alto da Pedra do Urubu. (Foto: Betina D'Ávila)
Esgoto sendo jogado ao mar para quem quiser ver.
(Foto: Flora Neves)


Por Larissa Linhares Comunicação
Assessoria de Imprensa e Comunicação


Canoeiros, artistas, surfistas, turistas, moradores, comerciantes e políticos participaram ontem, 26, do Dia do Abraço no Rio da Madre, na praia da Guarda do Embaú, em Palhoça, na Grande Florianópolis. Uma iniciativa do Movimento SOS Rio da Madre, criado para sensibilizar e acionar o poder público para a resolução dos problemas ambientais e de infraestrutura do local, considerado por diversas vezes como um dos mais lindos e melhores para a prática do surf do mundo.

"As ações da semana nas esferas públicas surtiram efeitos positivos que irão nos auxiliar na continuidade do Movimento e o evento superou todas as expectativas, tanto nas atividades que foram programadas quanto na presença do público e de diversas autoridades", resume o presidente do movimento, Plínio Bordin.

Cerca de 600 pessoas participaram do ato simbólico, que foi transmitido ao vivo pelo site embausurf.com.br em parceira com a strembrasil.com, de um grande abraço no Rio da Madre e mais de mil pessoas participaram das atividades do evento que teve o propósito de conscientizar as pessoas e orgãos públicos para a necessidade de saneamento básico urgente no estuário do Rio da Madre. O Rio está impróprio para o banho e recebendo em suas águas esgotos à céu aberto, que desembocam diretamente no Oceano Atlântico.

A banda Sociedade Soul e diversos músicos da região comandaram os shows enquanto práticas de yoga, pilates, musicoterapia e apresentações de teatro aconteciam na beira do Rio. Futebol entre artistas, surfistas e comunidade sob o comando do irreverente Margarida, que também aderiu ao Movimento, corridas de canoa, passeios de caiaque, aulas de natação e surf com as crianças, confecção e lance de tarrafas com os pescadores e barqueiros também pautaram a intensa agenda de ações do dia.

Um painel indicador dos dias para o início das ações pelo poder público também foi inaugurado na beira do Rio da Madre e o início da análise do rio em vários pontos começou a partir de ontem por Djan Porrua Freitas, da QMC Saneamento. Na oportunidade cerca de 750 assinaturas foram registradas no abaixo-assinado que será usado como material de apoio para as ações seguintes.

Segundo o morador e comerciante do local, Vilson Pereira, o turismo decaiu muito como também o perfil do turista mudou, em consequência dos problemas de infraestrutura e das condições de balneabilidade do local. "Além de ser um cartão-postal, milhares de pessoas transitam pelo Rio da Madre para ter acesso à praia, e também é o meio de sobrivência para sustento dos pescadores", cita o morador.

Considerado o grande encanto da região, a sobrevivência da praia da Guarda do Embaú depende da recuperação do Rio da Madre. O Rio, que integra a Reserva Estadual da Serra do Tabuleiro, vem sofrendo sérias agressões ambientais, como a retirada da mata ciliar de suas margens, a contaminação por agrotóxicos consequentes do cultivo de arroz em Paulo Lopes - e o lançamento de esgotos, considerado um dos principais problemas atuais, que afeta negativamente a economia, o turismo e a qualidade de vida na região.

Aula de yoga. (Foto: Flora Neves)

Comunidade se expressando em cartazes. (Foto: Flora Neves)
Stand com abaixo-assinado solicitando saneamento.
(Foto: Flora Neves) 
Abraço + União = Integração e Cidadania. (Foto: Flora Neves) 
Salva de palmas à união! Momento emocionante!
(Foto: Flora Neves) 

Moradores, turistas, comerciantes juntos em abraço ao Rio da Madre!
(Foto: Flora Neves) 
Barqueiros atrás se organizando em abraço ao Rio.
(Foto: Flora Neves) 
Criançada envolvida em atividades durante todo o dia,
pela saúde do Rio da Madre. (Foto: Flora Neves) 
Lembre-se: PRESERVAR SEMPRE, PELA VIDA!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

S.O.S RIO DA MADRE - Dia do abraço

MOVIMENTO S.O.S RIO DA MADRE - 26/02/2011 - Sábado


EU ABRAÇO E VOCÊ?
O “Movimento S.O.S RIO DA MADRE - DIA DO ABRAÇO” deflagrado no último sábado, dia 11, na guarda do Embaú, por um grupo composto por moradores, surfistas, comerciantes, empresários, pousadeiros, artistas e amantes do Rio da Madre ganhou força e adesão nesta terça-feira, dia 15, quando foi realizado mais um encontro. Na oportunidade foi escolhida a comissão que vai encabeçar o Movimento: Plínio Bordin (Presidente); Marcos Aurélio Gungel (Vice-presidente); Aldo Rey Junior (1º. Secretário); Marli Marçal (2º. Secretária); Sandra Cristina Agostinho (Tesoureira); Washington Madeira e Cristina Filomeno ( Atividades Esportivas); Larissa Linhares (Assessora de Comunicação); Geraldo J. H. da Rosa e Luis Pimenta (Assessoria Ambiental). 

O PORQUÊ DO MOVIMENTO E AS ADESÕES

O Movimento pretende sensibilizar as autoridades e organizar um ABRAÇO salvador ao Rio da Madre, na Guarda do Embaú, como passo inicial em busca do saneamento básico para a região e adjacências e resolução dos demais problemas ambientais e de infraestrutura. Até o momento algumas personalidades conhecidas do estado já se engajaram no movimento. O surfista Teco Padaratz; o deputado estadual Renato Hinnig (PMDB); o grupo teatral Bruxos da Corte, os músicos André Guesser (Samambaia Sound Club); Gustavo Barreto (Sociedade Soul), Macarrão (Nós Na Aldeia), Zabeba, Tavinho Canastra, Nathan Malagolli, Timbre, o surf repórter de Florianópolis Maurio Borges, os surfistas Ricardo dos Santos, Vinícius Pereira, Júnior Maciel, Carlos Kxot, Nodin Silveira; os artistas plásticos Jacob Silveira, Maurício Loureiro e Plínio Verani, o ex-vereador de Santo Amaro da Imperatriz, Sandro Vidal; Marli Marçal, ex-vice-prefeita de São José, o professor Washington Madeira e é claro, uma relação de cidadãos preocupados com o ritmo acelerado da degradação do Rio da Madre.

COMO PARTICIPAR DO SOS RIO DA MADRE

1.Dia 22/02/2011 a partir das 19h30 - Manifestação na Câmara de Vereadores de
Palhoça;


2.Dia 23/02/2011 a partir das 14h00 – Manifestação na Assembleia Legislativa


3.Dia 26/02/2011 – DIA DO ABRAÇO –
Local: beira do Rio da Madre, das 11h00 às 19h00.

Atividades no DIA DO ABRAÇO :

- Abaixo-assinado;

- Microfone aberto para o “BOCA NO TRAMBONE”;
- Apresentações artísticas livres (música, teatro, malabares, índios, artes plásticas, boi de mamão, maracatu, esportes aquáticos, futebol, vôlei, ciclistas, pipas, missa ou benção, etc. Importante salientar que não haverá
necessidade de inscrição, basta chegar ao local e mostrar sua arte ou apenas curtir a natureza.


- Momento do ABRAÇO (a combinar o horário exato, mas deverá ser por volta das 16h00) quando será formada uma corrente humana em parceria com os canoeiros, surfistas, comerciantes (que fecharão suas portas neste momento), turistas e moradores para O ABRAÇO NO RIO DA MADRE.

Marcos Aurélio Gungel (Kito)

9972-1713

Foto: Flora Neves
Lembre-se: PRESERVAR SEMPRE, PELA VIDA!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Palhoça é cidade de que mesmo?

Foto: Zé Paiva/Vista Imagens


Por MarcosKito

Em tempos de Natal, a autorização de licitação do Complexo Penitenciário em Palhoça, na Grande Florianópolis, assinada pelo governador Leonel Pavan (PSDB), no dia dois deste mês, foi um verdadeiro presente “de grego” aos Palhocenses, ou melhor, aos moradores da Baixada do Maciambu (foto http://parquedotabuleiro.blogspot.com/2010/05/fotos.html), onde será construída, que precisa de saneamento básico e não de uma penitenciária. Aliás, ...continue lendo.


Lembre-se: Preservar sempre, PELA VIDA!

domingo, 9 de maio de 2010

Parque do Tabuleiro agora tem blog

Foi criado pela equipe de educação ambiental do Centro de Visitantes do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro um blog, onde são divulgadas as atividades oferecidas no Centro de Visitantes, as pesquisas desenvolvidas, além da rica biodiversidade existe em uma das maiores Unidade de Conservação de Proteção Integral do Estado.

Confiram: www.parquedotabuleiro.blogspot.com




LEMBRE-SE PRESERVAR SEMPRE! PELA VIDA!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Parque do Tabuleiro merece cuidado e respeito

Nos anos 50, os botânicos Padre Raulino Reitz e Roberto Miguel Klein iniciaram diversos estudos sobre a Mata Atlântica em Santa Catarina. Durante a pesquisa evidenciaram a importância do território que hoje abriga o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro para a conservação da natureza e para a manutenção da vida. Segundo os pesquisadores, a área possuía característi-cas de grande relevância, com uma rica biodiversidade, um imenso potencial hídrico, além de fatores geológicos, climáticos, paisagísticos e turísticos de destaque. Atualmente fazem parte do Parque do Tabuleiro áreas dos municí-pios de Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas, São Bonifácio, São Martinho, Imaruí, Paulo Lopes e Florianópolis. Além das ilhas Siriú, Car-dos, Coral, Andrade, Largo e os arquipélagos das Três Irmãs e Moleques do Sul.

Hoje, após 34 anos de criação, a falta de fiscalização, estrutura e recursos humanos, espe¬culações imobiliárias, criação de gado e irregularidades fundiárias são os prin¬cipais problemas que caracterizam a realidade do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.
Em Santa Catarina, além das políticas públicas não darem o devido valor às áreas naturais protegidas como oportunidade ao desenvolvimento econômico sustentável das regiões, incentivam ainda a anulação e diminuição das mesmas. Como aconteceu em março de 2009, quando desanexaram algumas áreas do Parque, como a Vargem do Braço, em Águas Mornas, local de onde vem a água que abastece mais de 1 milhão de pessoas da Grande Florianópolis. Esta área perdeu a proteção integral, como alerta o promotor do Parque, José Eduardo Cardoso: “arrancaram o coração do Parque”. Fica aí reflexão: Sem a proteção dos mananciais de água, qual garantia futura de qualidade de vida que uma população pode ter?

Para que esta percepção de desrespeito ao Parque seja modificada, é preciso que exista conscientização ambiental! No momento que as pessoas entenderem e conhecerem as funções e relações que existem entre seres humanos e natureza, então veremos comunidades valorizando e defendendo os recursos naturais e suas Unidades de Conservação.

Cabe às comunidades que residem nessas áreas o auxílio na preservação, e os gestores, fazer com que essas Unidades proporcionem fonte de renda, levando ao desenvolvimento econômico sustentável local e regional. Um exemplo disso no Parque é a permissão para que se realizem pesquisas científicas e ecoturismo, desde que, regulamentado e autorizado pelo órgão administrador, no caso, a Fundação Estadual do Meio Ambiente, Fatma.

As pesquisas científicas realizadas no território do Parque mostram a importância da conservação dos ambientes para manter a complexa rede de conexões entre as espécies, preservando a biodiversidade e as¬sim mantendo a qualidade de vida das popula¬ções humanas. O trabalho dos pesquisadores também busca a conscientização das popula¬ções de entorno, de modo que a importância do equilíbrio biológico, como um todo, seja per¬cebida por essas comunidades vizinhas, para que elas também se sintam parte desses ambientes e responsáveis por sua conservação.

Texto e fotos: Flora Neves, publicado em Jornal Palavra Palhocence de 22 de abril.

LEMBRE-SE PRESERVAR SEMPRE, PELA VIDA!

domingo, 20 de setembro de 2009

Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e ÁGUA da grande Florianópolis em perigo!

Leiam e fiquem por dentro do que está acontecendo com a maior Unidade de Conservação de Proteção Integral do Estado, o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, e o mais importante, com a NOSSA ÁGUA!!!

Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) solicitada pelo Ministério Público Estadual foi negada! É o fim...?! QUE BRASIL É ESSE?????

Vejam no link abaixo as notícias que saíram nos dias 16 e 17 no Diário Catarinense:

-Justiça mantém a permissão para ocupação de terra em área dentro do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro

-Manancial que abastece Capital ainda ameaçado


URGENTEMENTE, REPASSEM POR FAVOR!

PRESERVAR A NATUREZA SEMPRE! PELA VIDA!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Injustiças ambientais continuam no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro

Pior do que a chuva é o manda-chuva

"Não é só a chuva que volta a atacar em Santa Catarina. O governador Luíz Henrique da Silva também está pegando pesado. Não lhe basta ser o tricampeão nacional de derrubada da mata atlântica. Ou mesmo o propagandista de um Código Ambiental para revogar todas as disposições contrárias a suas idéias, como transformar Florianópolis em Marbela. Ele agora patrocina na Assembléia Legislativa a liquidação do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro..." (Marcos Sá Corrêa) CONTINUE LENDO

PRESERVAR, PELA VIDA, SEMPRE!

Sancionada a Lei Estadual nº 347.3/08 que desanexa parte do Parque do Tabuleiro

"O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (SC) recebeu, na manhã desta quinta, o golpe que faltava para perder uma fatia considerável de seus limites. E os responsáveis pelo feito, desta vez, não foram os tratores e motosseras que levaram Santa Catarina ao tricampeonato do desmatamento na Mata Atlântica, mas o governador do estado, Luiz Henrique da Silveira (PMDB). Tudo feito com base em um projeto de lei que desejava mudar a categoria de aproximados 10% da unidade de conservação para Área de Proteção Ambiental (APA). Hoje, o político tratou de usar a caneta para sancionar a determinação aprovada pela Assembléia Legislativa..."(Felipe Lobo) CONTINUE LENDO

Informe-se:

PRESERVAR, PELA VIDA, SEMPRE!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Solução Sim Pressa Não!

"Solução Sim Pressa Não!", este é o informativo que fizemos para que a comunidade possa entender um pouco mais sobre o que está realmente acontecendo no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.

Leiam!

PRESERVAR SEMPRE! PELA VIDA!

quarta-feira, 4 de março de 2009

ESTAMOS DE LUTO DEVIDO A APROVAÇÃO DO PL 347.3/08 QUE CRIA APAs NO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO

O blog ECOFLORA está de LUTO devido a APROVAÇÃO DO PROJETO DE LEI Nº 347.3/08 QUE RETIRA DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO A BAIXADA DO MACIAMBÚ, A VARGEM DO BRAÇO E NAUFRAGADOS.
Duas regiões de suma importância para a preservação da biodiversidade e para qualidade de vida das atuais e futuras gerações da região da Grande Florianópolis.

A Baixada do Maciambú que engloba os municípios de Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba porque é uma das últimas restingas e mais desenvolvidas do sul do país, dentro milhares de outros fatores que a tornam relevantes para conservação.

A Vargem do Braço, em Santo Amaro da Imperatriz, é de extrema relevância porque é onde fica a capitação de Pilões. Aonde a CASAN pega a água que abastece mais de 1 milhão de pessoas na grande Florianópolis.

Essas regiões se tornando Áreas de Proteção Ambiental, APAs, permitirão que grandes empresas comprem os terrenos e sejam donas do nosso maior bem que é a água!

A Baixada do Maciambú é uma das últimas regiões litoraneas do sul do Brasil que não possuem empreendimentos de grande porte, preservando assim suas belezas naturais, que são o nosso maior atrativo turistico. Que atraí turistas do mundo inteiro para ver um lugar preservado, onde se possa respirar ar puro, tomar banho em uma praia limpa e com muita natureza ao seu redor.

O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro é um patrimônio da humanidade! Não pertence ao munípio A ou B, pertence a todos nós e as futuras gerações!

DEFENDA A NOSSA GARANTIA DE VIDA!

PRESERVAR SEMPRE, SEMPRE, SEMPRE, SEMPRE E SEMPRE, POR TODA A ETERNIDADE E PELA VIDA!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Sinta a NATUREZA no seu NATAL e ANO NOVO

Desejo a todos neste Natal e Ano Novo que está por vir:

Muito ar puro para respirar, alimentos saudaveis para comer e água potável beber!

LEMBREM-SE

PRESERVAR SEMPRE, PELA VIDA!


OBS: Ajude neste Natal o PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO a sobreviver PRESERVADO! Assine nosso ABAIXO-ASSINADO online e preserve uma das maiores Unidades de Conservação do Estado de Santa Catarina.
A natureza e a Flora agradecem!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

AJUDE A DEFENDER O PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO

Abaixo-assinado contra o PROJETO DE LEI Nº. 347.3/08, que reavalia e define os atuais limites do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e institui o Mosaico de Unidades de Conservação da Serra do Tabuleiro e Terras de Massiambu.

ASSINE FAÇA A SUA PARTE:

http://www.abaixoassinado.org/webroot/abaixoassinados/3184

Breve histórico

O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro foi criado em 1975 por iniciativa dos botânicos Raulino Reitz e Roberto M. Klein, que solicitaram sua criação junto ao Conselho Florestal Federal, tendo a aprovação do Governo Estadual.

Uma das justificativas foi o fato da região possuir quatro dos cincos ecossistemas de Mata Atlântica existentes em Santa Catarina, como manguezal, restinga, floresta de encosta e campos de altitude, uma paisagem rica e diversificada (serras, ilhas e planícies costeiras), que sustentam grande variedade de fauna e flora. Além disso, estas serras atuam diretamente como um regulador climático para região. Outro fator preponderante na criação do Parque foi a abundância de recursos hídricos, que abastece mais de um milhão de pessoas em toda Grande Florianópolis.

Na época de sua criação o Parque contava com 90.000 ha e em 1979 o Decreto N°8.857 desanexou parte das terras que formavam essa Unidade de Conservação, dentre elas a Praia da Pinheira, Praia do Sonho e as Vilas da Pinheira e da Guarda do Embaú; Além deste decreto, a Lei N° 10.733 de 1998, desanexou uma pequena parcela conhecida como Ponta dos Papagaios ficando o Parque com uma área de 87.405 hectares que se mantém até os dias atuais.
Grande parte das áreas desanexadas apresentavam, (e continuam apresentando) áreas de preservação permanentes definidas pelo Código Florestal, e se encontram densamente ocupadas por residências de veraneio, que passam mais da metade do ano fechadas estagnando a economia da região.

Na alta temporada, sem infra-estrutura urbana adequada, o aumento populacional gera problemas no abastecimento de água e luz, bem como um aumento exorbitante na quantidade de esgoto, que são destinados, em sua grande maioria, para os rios e praias da região, alterando os ecossistemas locais.

Esse processo provocado pela intensa urbanização e especulação imobiliária pode aumentar, ao levar para dentro do Parque está mesma realidade caótica. Isso pode acontecer se uma Lei for aprovada. Esta Lei não prevê a conservação das espécies e o boa relação destas com as pessoas. Tem como objetivo a expansão urbana e o benefício de poucos, em detrimento da destruição de áreas de extrema importância biológica e paisagística, principais motivadores do turismo da região.

Durante o ano de 2008, a Fundação do meio Ambiente (FATMA) junto com técnicos e membros das comunidades que compõem o Parque, elaboraram um estudo participativo para redefinição dos limites desta Unidade de Conservação. Este trabalho teve como único objetivo: resolver uma boa parte dos problemas de quem realmente precisa e não se vê representado no cenário político, que normalmente são pessoas de baixa renda que ocuparam há tempo localidades dentro dos limites do Parque.

O problema dessas famílias seria praticamente resolvido, pois essas áreas seriam desanexadas do Parque. Isto não interessa àqueles que têm a vontade de obter áreas do Parque apenas para fins econômicos. Por isso, a redefinição dos limites do Parque não se tornou interessante, afinal a população deixaria de ser usada como massa de manobra, enfraquecendo politicamente os poderosos.

Dessa forma, mais uma vez, intenciona-se retirar fatias do Parque, por meio de um projeto de lei que não tem a finalidade de resolver as questões sociais da comunidade, mas a de projetar a planície costeira do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro como alvo meramente comercial. Isto abriria um precedente inimaginável ao Sistema de Unidades de Conservação, abrindo caminhos para que isto aconteça em outras Unidades no bioma de Mata Atlântica ameaçadas no Brasil.
Por isso o abaixo-assinado que se segue é contra o Projeto de Lei que à surdina tramita na Assembléia Legislativa, com o propósito de ser votado em caráter de urgência. E pede sua anulação!

Autora: Halis Karla Moreira de Sá

Veja outras postagem sobre o tema:

PRESERVAR SEMPRE!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Projeto de Lei transforma parte do Parque do Tabuleiro em Áreas de Proteção Ambiental

O Projeto de Lei nº 0347.3/08, que tramita na Assembléia Legislativa em carater de urgência, quer reavaliar e definir os atuais limites do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e instituir o Mosaico de Unidades de Conservação da Serra do Tabuleiro e Terras de Massiambu.

Lei que desanexa parte da planície costeira do Parque - que é de proteção integral - e transforma em Área de Proteção Ambiental (APA): unidade de conservação de uso sustentável que permite a ocupação humana em áreas hoje inabitadas.

Este Projeto de Lei é um risco para a conservação da biodiversidade de uma das ultimas regiões costeiras do sul do país.

Peço que todos leiam, analisem e discutam e se manifestem sobre este projeto, que precisa da nossa posição para que os deputados passam vota-lo.

Logo estarei divulgando um abaixo assinado contra o PL nº 0347.3/08.

PRESERVAR SEMPRE!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Sabiá-cica, uma ave ameaçada de extinção

Avistei o Sabiá-cica na Enseada de Brito, onde tenho um sítio, área de entorno do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.
E apesar de Santa Catarina não estar descrita como área de ocorrência desta ave, ela é muito vista por aqui.
O que valoriza nossa região e ressalta a importância de se ter Unidades de Conservação como o Parque do Tabuleiro.
Pois o Sabiá-cica é uma espécie ameaçada de extinção e para continuar existindo precisa da preservação da floresta atlântica, que é seu habitat natural.

Sabiá-cica (Triclaria malachitacea)














Características:

Macho: Possui o abdômen azul-púrpureo, bico branco berrante. Os machos velhos podem apresentar penas vermelhas em vez de azuis na barriga.

Fêmea: Verde menos carregado, sem azul ventral.

Gritos estridentes semelhantes ao de um periquito, canto aflautado lembrando sabiá, mais monótono e forte.

É endêmico do Brasil, quase endêmico da Floresta Atlântica.

Habita florestas úmidas ricas em bromélias, ao longo de cursos de rios em vales. É bastante ativo, tanto no crepúsculo matutino quanto vespertino.

Alimentação: rica em variando entre frutos e sementes, nozes, bagas, além de insetos e suas larvas.

Comprimento: 28 a 29 cm

Ocorrência Geográfica: Vive na Floresta Atlântica; nas matas secas da serra do mar em altitudes médias do Rio de Janeiro e florestas adjacentes e regiões serranas do interior. Ocorre do sul da Bahia, Minas Gerais, Rio grande do Sul e sul de Mato Grosso.

Categoria/Critério: Ameaçada - vulnerável. Caça; Destruição de habitat; Redução de uma de suas principais fontes alimentares - palmito.

Observações adicionais: Tamanho populacional reduzido com probabilidade de extinção na natureza em pelo menos 10 por cento em 100 anos.

Fonte: Ambiente Brasil
Foto:Flora Neves

PRESERVAR SEMPRE!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Projeto de PCHs no Rio Cubatão coloca órgão licenciador e empresas contra a comunidade

A polêmica foi a marca da audiência pública que apresentou o projeto de 6 (seis) pequenas centrais hidrelétricas (PCH) no Rio Cubatão Sul, nos municípios de Santo Amaro da Imperatriz e Águas Mornas, região metropolitana de Florianópolis (SC). Realizada na noite de quarta-feira (23/07), no Sindicato dos Agricultores Rurais de Santo Amaro da Imperatriz, a reunião serviu para que a comunidade deixasse claro seu repúdio ao projeto. Pedindo transparência no licenciamento das hidrelétricas, os presentes exigiram maiores esclarecimentos técnicos por parte da Fatma e da proponente do projeto, a Adiplan.(http://www.adiplan.com.br/)

A audiência, proposta pela Comissão de Turismo e Meio Ambiente da AL-SC, foi mediada pelo presidente da comissão, Deputado Estadual Décio Góes (PT). Segundo ele, foi necessária muita cautela, pois existe um sério conflito de uso dos recursos hídricos na região. Faixas e vídeos com fotos foram exibidos pelos integrantes do Movimentos Rio Cubatão Vivo, pedindo pela preservação da Bácia Hidrográfica do Rio Cubatão Sul.

A Adiplan apresentou o exemplo de uma PCH, no RS, inplantada por uma cooperativa de agricultores, onde os resultados foram positivos. "Essas instalações são importantes para o suprimento de energia da rede hoteleira da região, assim como para o desenvolvimento dos municípios, trazendo centenas de empregos diretos e indiretos, sem contar os impostos que serão arrecadados das empresas", ressaltou Hélio João Machado, engenheiro e responsável pelo projeto. A empresa ainda distribuiu um documento apócrifo no início da audiência, garantindo que o turismo na região não será afetado, como teme a comunidade e as empresas de turismo de aventura. “Quem é contra as PCHs é contra a Constituição Brasileira”, dizia um trecho do texto.

"Existem duas atividades econômicas competindo pelo uso dos recursos hídricos no caso e sendo assim, cabe ao poder público mediar as prioridades de uso desses recursos", declarou representante da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FATMA) no evento, Luiz Antônio Garcia Correia. Ele antecipou que uma das 6 PCHs já recebeu parecer negativo da fundação. Correia garantiu que os processos de licenciamento foram sustados por 90 dias, para que a comunidade, em conjunto com o Comitê Gestor da Bacia hidrográfica, apresente suas avaliações a respeito dos projetos.

No final da audiência o representante da FATMA se comprometeu em organizar, em novembro, uma reunião explicativa sobre os estudos técnicos de impactos ambientais dos empreendimentos. "É importante que as discussões e avaliações sejam baseadas na legislação ambiental", frisa Correia.

Turismo contra

Já o representante da Associação Brasileira de Turismo de Aventura (ABETA), Keko Gabeloto, demonstrou a posição clara do setor turistico. "Defendemos a preservação total dos mananciais e somos contra a construção de centrais hidrelétricas nos munícipios". Sengundo ele “O rio é um bem público e deve ser utilizado por toda a comunidade, para abasteciemnto e lazer. E no meu entendimento estas hidrelétricas não são a vocação deste Rio”.

Keko lembra a relevância da bacia, já que parte do município pertence ao Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. "A região é conhecida como Capital das Águas, sendo o Cubatão Sul o último rio de médio porte em condições naturais, sem instalações e alterações em seus cursos e fazer parte de um corredor ecológico com o Parque do Tabuleiro", acrescenta. "O potêncial de energia elétrica que será gerado, 13 MW, não vale a pena em comparação com todos os impactos ambientais que serão gerados".

De acordo com dados da ABETA a atividade turística gera cerca de R$ 1 milhão por ano só para o município de Santo Amaro.

Para complicar ainda mais a situação dos projetos, a Câmara de Vereadores de Santo Amaro da Imperatriz sancionou dia 30 de junho de 2008, a Lei nº 8.198, que proíbe qualquer instalação de centrais hidreléricas no município. Na vizinha Águas Mornas o entrave para os projetos está no plano diretor, que preve discussões em audiências públicas para a implantação de hidrelétricas.

A geógrafa Ana Maria Zachetta, moradora de Águas Mornas, alega a falta de estudos geológicos, esclarecedores, a respeito das fendas de águas termais da região. "Seria um risco mexer na dinâmina hidrológica da região sem saber quais os possíveis impactos que estas alterações causariam. Podendo até desencadear o desaparecimento das águas termais, como já foi constatado em casos anteriores no século XIX, quanto foi mal direcionado o uso desta mesma fenda, fazendo com que as águas termais mudacem de lugar", argumenta ela.

Futura audiência

Não faltam questionamentos e dúvidas para as próximas audiências em novembro. Da existência de espécies de fauna endêmica na região, passando pela dinâmica da fauna aquática (período da piracema etc), ao abastecimento de água da capital Florianópolis, que retira do Rio Cubatão 60% da sua água para consumo humano.

O representante da empresa Sócio Ambiental, que realizou o projeto ambiental das PCHs, Ricardo Arcai, declara que quando foram feitos os estudos, os unicos conflitos identificados eram com a atividade de rafting, pois a vazão resultante das instalações impedirá a prática. "Pórem este problema poderia ser resolvido com estudos e técnicas já utilizadas em outros países, onde são feitos acordos com escalas de horários para a prática", sugere ele.

A doutoranda na área de gestão de bacias hidrográficas da UFSC, Janaina Mário, que também é membro do Comitê Gestor da Bacia, traz sua contribuição a favor do Comite e da comunidade. Ela questiona o fato do exemplo da PCH instalada no RS, apresentado pela Adiplan, ser uma PCH instituida por uma cooperativa, o que não é o caso dos empreendimentos no rio Cubatão. "Além disso, não existe uma bácia hidrografica igual a outra”, ensina ela.

Janaina lembra da Lei nº 9.433 da Costituíção, que institui a politica nacional de recursos hídricos e que também institui os comites de bacias, que são órgãos gestores e que têm a função de arbitrar os conflitos gerados pelos usos múltiplos desse recurso e sugere que está lei seja levada em consideração.

(Por Flora Neves, Ambiente JÁ, 25/07/2008)

PRESERVAR SEMPRE!

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Manifesto da FEEC sobre as instalações das PCHs no Rio Cubatão Sul

A Federação das Entidades Ecológicas Catarinenses, entregou este manisfesto ontem às autoridades presentes na audiência pública, realizada ontem a noite, 23, no Sindicato dos Agriculturos Rurais de Santo Amaro da Imperatriz por iniciativa da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Assembéia Legislativa para esclarecer a comunidade sobre a instalação de seis Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) no Rio Cubatão Sul.

A audiência foi proposta pelo Deputado Décio Góes.

É de suma importância que todos estejam cientes do que está acontecendo, posto que está região é a que abastece a grande Florianópolis com água potável.


Florianópolis, 22 de julho de 2008
A FATMA
Ao IBAMA
Ministério Público Federal
Ministério Público de Santa Catarina
Ministério das Cidades


Ref.: Projeto de implantação de 6 PCHs na bacia do Rio Cubatão – SC

A Federação das Entidades Ecologistas Catarinense – FEEC, vem por meio deste, manifestar publicamente seu posicionamento quanto ao projeto de implantação de 6 Pequenas Centrais Hidroelétricas – PCHs - na bacia do Rio Cubatão, na região de Santo Amaro da Imperatriz/SC, na grande Florianópolis.

O rio Cubatão, além de ser o maior manancial de abastecimento de água da grande Florianópolis, é também um dos maiores recursos na região para o turismo ecológico, rafting, entre outras atividades geradoras de emprego e renda.

Considerando a falta de Estudos de impacto Ambiental para um tão grande numero de centrais elétricas na mesma bacia hidrográfica, a FEEC ratifica a iniciativa do Governo Municipal de Santo Amaro da Imperatriz que sancionou a Lei municipal 1.898 de 30/06/2008, que proíbe a implantação de PCHs em seu território.

Uma simples análise preliminar e visita “in loco” mostram o grande impacto ambiental que tal proposta poderá trazer à região, por meio da descaracterização paisagística, da perda da biodiversidade aquática e florestal e transtornos à economia do turismo ecológico, além da violação da lei da mata atlântica e um rio totalmente recortado por barragens. Ademais, é importante considerar o impacto geral a uma única bacia hidrográfica e ao abastecimento hídrico de Florianópolis.

Desta forma, entendemos como necessários estudos mais profundos que comprovem que 6 PCHs têm menor impacto do que uma hidrelétrica com capacidade superior a 10MW – exigência da Resolução do CONAMA 001/86.

Portanto, solicitamos à FATMA e ao IBAMA que sejam feitos criteriosos estudos de avaliação dos impactos sinergéticos ambientais e sociais do conjunto das 6 PCHs na bacia do Rio Cubatão.

Durante tal estudo apelamos para que nenhuma obra seja construída ou licenciada até a obtenção dos estudos mais aprofundados destas PCHs, que atestem sua viabilidade ambiental.

No aguardo de vossa manifestação, apresentamos nossa consideração e respeito.

Atenciosamente
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Alexandre Lemos
Coordenador Geral da FEEC
http://www.feec.com.br/

Fonte: representante da FEEC, Lúcio Dias da SIlva Filho

PRESERVAR SEMPRE!

Movimento Rio Cubatão Vivo

Na íntegra, manifesto do Movimento Rio Cubatão Vivo!

E quem quiser fazer a sua parte e colaborar assinando também o abaixo-assinado online, acesso o link!

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO

VEIA ABERTA DA VIDA –

NÃO DEIXE NOSSO RIO CUBATÃO ENTRAR PELO CANO!

ESCLARECIMENTO À POPULAÇÃO DE SANTO AMARO DA IMPERATRIZ, ÁGUAS MORNAS E REGIÃO SOBRE A VERDADE DA IMPLANTAÇÃO DE PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS EM NOSSA REGIÃO:

DIANTE DE UMA LEI FEDERAL DE INCENTIVO À IMPLANTAÇÃO DE PEQUENAS HIDRELÉTRICAS, O NOSSO RIO CUBATÃO E SEUS SALTOS TORNARAM-SE ALVOS DE EMPRESÁRIOS GANANCIOSOS, QUE QUEREM ESTRANGULAR NOSSAS VEAIS ABERTAS DE VIDA, E ATRAVÉS DE GIGANTESCAS AGULHAS SUGADORAS, ROUBAREM A ENERGIA VITAL DA NOSSA REGIÃO E CONVERTÊ-LA EM DINHEIRO PARA SEUS BOLSOS.

A ENERGIA GERADA PELAS 06(SEIS) PCHs,QUE AQUI QUEREM IMPLANTAR, DEPOIS DO REBAIXAMENTO DA TENSÃO QUE É FEITA EM ARIRÍU, PRODUZ UM TOTAL DE 11,8 MEGAWATS/ DIA. O VALOR DE MERCADO DO MEGAWAT, CONFORME INFORMAÇÃO DA ELETROSUL, É EM MÉDIA DE R$125,00 A HORA/MEGAWAT..

FAZENDO O CÁLCULO, TEREMOS:

POR DIA: R$125,00 X 11,8X24 = R$35.400,00 ;

POR MÊS: R$35.400,00 X 30 = R$1.062.000,00

POR ANO: R$1.062.000,00 X 12 R$12.744.000,00 (DOZE MILHÕES, SETECENTOS E QUARENTA E QUATRO MIL)! ESTE É O VALOR APROXIMADO DE FATURAMENTO QUE ESTAS PCHs GERARIAM AOS BOLSOS DOS INVESTIDORES, EM UM ANO!

AGORA A VERDADE DESTE VALOR:

17% DE ICMS VAI PARA O ESTADO: R$2.166.480,00

DESTE VALOR DE R$2.166.480,00 O ESTADO DEVOLVE PARA OS MUNICIPIOS, O PERCENTUAL DE 25%.

ENTÃO: 25% DE R$2.166.480,00 = R$368.301,60

ESSE É VALOR TOTAL QUE VOLTA DO ESTADO PARA O MUNICIPIO.

TEMOS AINDA, QUE:

ESTE VALOR: R$368.301,60 PRECISA SER DIVIDIDO ENTRE AS DUAS PREFEITURAS, POIS PARA CADA MUNICIPIO O PROJETO PREVÊ 03 PCHS.

ENTÃO: R$368.301,60 : 2 = R$184.150,80 POR ANO!

POR MÊS: R$184.150,80 :12= R$15.345,90!!!!!!!!!!!!! E NÃO R$1.000.000,00 QUE ESTÁ SENDO DIVULGADO EM JORNAIS LOCAIS!


(CÁLCULOS EM VALORES APROXIMADOS, POIS TEMOS MESES COM MAIS DE 30 DIAS E FEVEREIRO COM MENOS DIAS )

ENQUANTO O TURISMO DO RIO CUBATÃO GERA ESTE VALOR, POR SEMANA!!!!! DISTRIBUIDO DIRETAMENTE À SUA POPULAÇÃO, E AO COMÉRCIO LOCAL! EXEMPLO: TURISMO CIENTÍFICO(ESTUDO DA LONTRA); TRILHAS, RAFTING, CANOAGEM E SIMILARES!

A LEI VINDA DE BRASILIA, NÃO CONHECE A NOSSA REALIDADE: UMA BACIA TERMO-MINERAL, COM ECO-CLIMA ÚNICO NO PLANETA, LOCALIZADO SOBRE UMA FENDA GEOLÓGICA E COM SOLO ARENOSO. OS 180.000 M2 A SEREM INUNDADOS, SÃO DE MATA VIRGEM , DE IMENSA RIQUEZA CÊNICA, E COM ÁGUA POTÁVEL. PELAS FACILIDADES QUE A LEI OFERECE, OS PROJETOS DE PCHs NÃO EXIGE QUE SEJA FEITOUM ESTUDO APROFUNDADO DA FAUNA, DA FLORA E GEOGRAFIA DA REGIÃO. A ENERGIA GERADA NÃO FICA NOS MUNICIPIOS! É COMERCIALIZADA JUNTO À REDE NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA . SENDO USADA EM OUTROS ESTADOS . – PORTANTO, NÃO EXISTE NENHUMA POSSIBILIDADE DE FICAR A ENERGIA MAIS BARATA, CONFORME ESTÃO DIVULGANDO!

A QUANTIDADE ENERGIA ELÉTRICA QUE ESTE RIO É CAPAZ DE GERAR, É MUITO PEQUENA, COMPARADA COM O TAMANHO DO ESTRAGO AMBIENTAL, CULTURAL, ECONÔMICO E SOCIAL IRREPARÁVEL QUE PODERÁ CAUSAR A IMPLANTAÇÃO DESTAS PCHS. TODA A POTENCIALIDADE DE CRESCIMENTO NATURAL DO ECO-TURISMO TERMO-MINERAL, ÚNICO NO PLANETA. A EVENTUAL IMPLANTAÇÃO DESTAS PCHs, DESEMPREGARÁ EM TORNO DE 100(CEM) PESSOAS DA REGIÃO, DIRETAMENTE. POR EXEMPLO: RAFTING, ARTESANATO, HOTÉIS, RESTAURANTES, COMÉRCIO EM GERAL. PODEREMOS PERDER TODA A IDENTIDADE DO MUNICÍPIO COMO "PARAISO DAS ÁGUAS" E "CAPITAL ESTADUAL DAS ÁGUAS TERMAIS", CONCEDIDO PELO ESTADO, BEM COMO, A DIVULGAÇÃO INTERNACIONAL GRATUITA QUE O TURISMO PROMOVE EM NOSSO RIO. COMO POLO CATARINENSE DE ECO-TURISMO E TURISMO DE AVENTURA.

PRECISAMOS DE ESTUDOS MAIS DETALHADOS SOBRE OS IMPÁCTOS AMBIENTAIS QUE PODEREMOS SOFRER, COMO POR EXEMPLO:

1 - EM FUNÇÃO DA ÁGUA REPRESADA NOS LAGOS, PODERÁ HAVER INFILTRAÇÃO DESTA ÁGUA POLUÍDA CONTAMINANDO TODAS AS NASCENTES EM UM RAIO DE 03(TRES) KM, E SEU ENTORNO. INCLUSIVE NOSSAS FONTES TERMO-MINERAIS QUE DISTAM APROXIMADAMENTE 1,5 KM .

2 – ESTUDO DA FENDA GEOLÓGICA DE ONDE SURGE NOSSA ÁGUA MINERAL TERMAL, E SEU MOVIMENTO SÍSMICO, PARA OFERECER GARANTIA, PRINCIPALMENTE PARA A POPULAÇÃO DA BAIXA SANTO AMARO, QUANTO A POSSIBILIDADE DE FALHA DE SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO DA REPRESA, DE 22M DE ALTURA EM VARGEM GRANDE, OU SEJA, O RISCO DE UMA GRANDE TRAGÉDIA PREMEDITADA PARA A REGIÃO. AS BARRAGENS, INCLUSIVE A DE 22 M DE ALTURA, PODERÃO ROMPER POR FALTA DE ESTUDOS ADEQUADOS, JÁ QUE ESTAMOS SOBRE UMA FENDA GEOLÓGICA,QUE SE MOVIMENTA, COMO POR EXEMPLO, O PEQUENO TERREMOTO NA DÉCADA DE 60, NESTA REGIÃO!

3 – CIDADÃOS DE SANTO AMARO DA IMPERATRIZ E DE ÁGUAS MORNAS,

TODOS FILHOS DO RIO CUBATÃO E FORQUILHINHAS:

VAMOS NOS UNIR EM PROL DA VEIA ABERTA DA VIDA DE TODOS OS TIPOS DE VIDA!NÃO DEIXE QUE A ENERGIA DE TODAS AS VIDAS DE NOSSA REGIÃO, SEJAM SUGADAS POR UMA SERINGA GIGANTE, LEVANDO A NOSSA RIQUEZA PARA OUTROS ESTADOS!

CONVOCA-SE TODOS OS CIDADÃOS DE SANTO AMARO DA IMPERATRIZ E ÁGUAS MORNAS, PARA COMPARECEREM A SESSÃO DA CÂMARA DOS VEREADORES DE SEU MUNICIPIO, TODAS AS TERÇAS-FEIRAS,. ÀS 19;00 HORAS, PARA JUNTOS AFASTARMOS EM DEFINITIVO, QUALQUER INTENÇÃO DE DESTRUIÇÃO E MORTE NA NOSSA ABERTA VEIA DA VIDA, POIS:

ÁGUA É VIDA, SEM ÁGUA : É MORTE!

Fonte: por email de Lúcio Dias da Silva Filho (Projeto Ilha Verde)

PRESERVAR SEMPRE!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Reflexão: Salve a Guarda do Embaú


Guarda do Embaú, Santa Catarina, Brasil
Upload feito originalmente por Soldon

Vale lembrar que a Guarda do Embaú faz parte da maior Unidade de Conservação de SC, o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. E que só será possível ver este lugar assim, lindo, daqui pra frente, se houver um conscientização dos turistas e moradores locais.

Pois existe uma forte pressão para que esta planície costeira, seja desanexada do parque. Permitindo assim uma expeculação imobiliária, o que causará danos sem dimensões na preservação da biodiversidade desta região, isso sem falar nas paisagens que com certeza dentro de poucos anos não serão as mesmas caso isso ocorrá!!!

PRESERVAR SEMPRE!